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Bernie, a lenda

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Não dá para negar que a F1 só é o que é hoje por causa de Bernie Ecclestone, o homem que revolucionou o esporte. Piloto mediano (não só no tamanho) e exímio negociante, o britânico colocou a categoria em um patamar inigualável de profissionalismo e excelência. Há quem diga que Bernie é o grande responsável por inflacionar os custos da F1, sendo um mal necessário. Outros dizem que não haveria a F1 como ela é hoje sem Ecclestone e sua ampla visão empresarial. Talvez as duas opiniões estejam corretas.

Há um documentário bastante completo sobre a vida de Bernie e a maneira como ele tornou a F1 no que ela é hoje. O vídeo me parece recente e foi produzido pela ESPN. São pouco mais de 50 minutos com alguns detalhes bem interessantes da trajetória de Ecclestone, que se confunde com a própria F1, construindo um império bilionário em torno do esporte. O filme está em inglês. O material é excelente, como é de praxe das produções ESPN pelo mundo. Recomendo demais.

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Quem sai?

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

O que antes era apenas mais uma bravata de Bernie Ecclestone ganhou força — e como ganhou — ao longo desta quinta-feira. Só se fala no tal GP de Londres, que não se sabe quando será, mas, a julgar pela repercussão e, principalmente, pelo maciço apoio do banco Santander, pode mesmo rolar já em 2013 — não é informação, mas um mero palpite desse humilde escriba. Dito isso, alguns pontos a discutir.

Considerando as eventuais entradas dos GPs de Londres e Nova Jersey no calendário do ano que vem, ainda que Bernie indique que o tal GP da América não deva acontecer em 2013, seriam aí 22 corridas na próxima temporada, sendo que o próprio Ecclestone já disse que o ideal é formatar um campeonato com 20 etapas. Dessa forma, e levando em conta também que a Espanha deve ter apenas uma prova — revezamento entre Barcelona e Valência — quem sairia?

Acredito que o GP da Coreia do Sul está com seus dias contados e entendo que 2012 deve ser a última vez da F1 por lá. Além de ser um evento deficitário, fato é que a corrida pelas bandas da distante Yeongam definitivamente não pegou. A China, por mais que seja uma etapa sem a presença maciça de público, deve permanecer, já que é um mercado importante. O Bahrein, sempre posto em xeque, também é um país estratégico, principalmente por ser a sede de várias empresas que investem na F1.

GP da Coreia do Sul: uma corrida eternamente em xeque (Foto: Caterham)

A Europa, sempre em crise, tem Spa-Francorchamps na alça de mira, que pode ser salvo graças a um eventual e tão falado revezamento com Paul Ricard, na França. Entretanto, o novo presidente François Hollande não parece tão disposto a investir na F1. Certo ele, já que há outras prioridades para um país que está no olho do furacão, com a crise ali ao lado — na Espanha.

Outro assunto que também merece discussão caso o tal GP de Londres e a corrida em Nova Jersey sejam oficializadas na F1 é o seguinte: cada vez mais os circuitos de rua estão tomando conta do calendário no lugar dos chamados ‘circuitos de verdade’, ou circuitos permanentes, como queira.

É legal que a F1 tenha um, dois, três circuitos de rua, por exemplo. Mais do que isso, na minha opinião, já é demais. Considerando Valência, haveria, além desta, os GPs de Mônaco, Cingapura, Rússia — a partir de 2014, em Sochi — e Nova Jersey. Sem contar com as pistas em parques, como Albert Park, em Melbourne, e o circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, são cinco circuitos urbanos, 25% das pistas do Mundial. Na minha época era Mônaco, Adelaide e só.

Como já tô com meus 3.2, claro que gostaria de ver a F1 com mais circuitos permanentes, como nos velhos tempos. Algumas pistas fazem falta, como Estoril, Paul Ricard, Ímola, Hermanos Rodríguez, Zeltweg — ou Red Bull Ring —, Kyalami e Istambul. Pelo menos a entrada de Austin e seu Circuito das Américas ameniza um pouco isso. Pelo que eu vi nas simulações, é uma pista espetacular.

Em tempo: a tal ideia do GP de Londres é sensacional. Como o colega Renan do Couto escreveu em seu Por Fora dos Boxes, a Inglaterra talvez seja o único país digno de ter duas corridas de F1 em um único ano. E Londres, mesmo ainda não conhecendo, é uma baita cidade, espetacular, e seria um belíssimo cenário para uma corrida de carros, como as ruas de Buenos Aires foram para o Súper TC 2000 meses atrás.

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Não é a mamãe!

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Em um dia morno no noticiário do esporte a motor, um fato chamou a atenção. No Momento Ego desta quarta-feira, o BloGP conta que a deusa Tamara Ecclestone não vai ao casamento do pai, o chefão da F1, Bernie, com a brasileira Fabiana Flosi. Tamara justifica sua ausência da cerimônia, ainda sem data marcada, pela sua lealdade à mãe, Slavica Radic, ex-modelo croata que protagonizou um divórcio polêmico e bilionário com o dirigente, em 2009.

Bernie, de 81 anos, e Fabiana, advogada brasileira de 36, se conheceram no GP do Brasil de 2009 e estão juntos há dois anos. O octogenário se mostrou empolgado com a nova união e mudou seu objetivo de vida. Depois de enfrentar o divórcio com Slavica, Ecclestone declarou que não queria mais saber de casamento e só pensava em trabalho, trabalho e trabalho. Mas aí apareceu Fabiana e tudo mudou.

Sem o apoio da filha Tamara, Bernie vai se casar com a brasileira Fabiana (Foto: Divulgação)

 

Mas Tamara, a filha mais velha de Bernie com Slavica, não acredita no futuro do casamento do seu pai com a brasileira. Em entrevista à revista ‘Heat’, a bela modelo justificou a sua ausência da cerimônia de núpcias do velho Ecclestone.

“Não vou ao casamento do meu pai. Sou muito fiel à minha mãe e estou um pouco surpresa por meu pai se casar. Mas quero que ele seja feliz, e ele é”, disse Tamara, que continuou. “Meu pai até me convidou. Estou certa que será um breve affair, acho que não vou [ao casamento].”

Com 27 anos, Tamara disse que não tem nada contra a futura madrasta, mas revelou ter uma relação distante com Fabiana e disse que é difícil ver outra mulher ocupando o lugar que foi sua esposa desde 1985. “Eu realmente não a conheço. Ela não é uma madrasta malvada, mas é difícil porque eu tinha 25 anos quando meus pais se divorciaram. É muito difícil acolher alguém com os braços abertos”, revelou a socialite.

Tamara prefere não ir ao casamento do pai por lealdade à mãe, Slavica

Pelo que disse Tamara ao diário ‘The Sun’, Bernie jamais fez questão que as filhas tivessem muito contato com sua futura esposa. A filha do chefão da F1 contou que só soube do envolvimento do pai com a brasileira por meio da internet. “Fiquei muito surpresa. Ele parecia uma pessoa racional e essa foi a coisa mais irracional que ele já fez”, disse uma magoada Tamara. “Meu primeiro pensamento foi em minha mãe. Ela não conheceu ninguém desde que se divorciou”, lembrou a primeira filha da F1.

De uma forma ou de outra, Bernie é um dos grandes nomes da F1, seja no paddock, seja nos bastidores, seja até em sua vida pessoal. O sucesso em torno de sua biografia ‘No Angel’, batizada no Brasil de ‘Não sou um anjo’ (que ainda não li, mas dizem que vale a pena), recheadas de relatos polêmicos, principalmente em torno da relação com Slavica, mostra que é impossível, atualmente, pensar em um substituto. Amado ou odiado, Ecclestone, de aparência frágil mas um leão nos negócios e responsável por tornar a F1 um dos esportes mais lucrativos do mundo, é daqueles personagens que marcam época e que são, praticamente, insubstituíveis.

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O fim da crise de abstinência

MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]
de Belford Roxo

O começo da temporada é uma maravilha. Matando saudades depois de três meses sem F1. É o fim da crise de abstinência. Então vamos lá… Vamos partir para a mais longa temporada de F1 da história. Quer dizer, se não estourar a revolução no Bahrein, se Valência não der o calote, se as obras de Austin não atrasarem, se as vacas belgas não resolverem fazer um piquete em Spa — vai saber.

Como vocês já devem ter lido na revista WarmUp de fevereiro — se ainda não viram, vejam –, esta é uma temporada que começa com muitos pontos de interrogação. E assim que é bom. Geralmente são essas que acabam sendo melhores. Mas é impossível prever com certeza. No final das contas, Sebastian Vettel pode acabar ganhando na Austrália e depois em 90% das outras corridas.

Eu sei que eu mal vejo a hora da temporada começar.

E, convenhamos, temporada tem que iniciar de madrugada. Coisa muito chata e sem graça é um campeonato que começa na insossa e tediosa pista de Sakhir. Tem como ser mais corta-clima? Não tem, né? A Austrália é o lugar ideal para o início do ano. E que assim seja nos próximos. E que sejam muitos.

Pena que Bernie Ecclestone queira passar o GP para a noite. Albert Park é um circuito muito bonito (até onde eu lembro, o mais bonito do calendário, disparado), merece ser mostrado durante o dia. E, bem, logo mais tem o terceiro treino livre, com o treino classificatório às 3h da manhã. E nós vamos aqui trabalhando para levar as notícias todas para vocês. Fiquem ligados no Grande Prêmio.

Ah, já viram o nosso Ao Vivo? Está muito melhor. Aproveitem.

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A F1 que ignora o óbvio

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Pelo segundo ano seguido, as atenções de quem cobre o dia-a-dia da F1 estão, de certa forma, voltadas ao Bahrein. Em 2011, a corrida que abriria a temporada, em Sakhir, foi cancelada pelo governo local, que julgou não haver condições de garantir a integridade física das pessoas que acompanham a categoria, por conta dos protestos em todo o país, e, especialmente, na capital, Manama.

Só para relembrar: no fim de 2010, eclodiu uma verdadeira revolução em boa parte dos países árabes, com início na Tunísia, quando o povo ajudou a derrubar Zine Ben Ali, que governou o país do norte da África por 23 anos. O movimento ganhou corpo e a adesão de milhões de insatisfeitos, desde a África até o Oriente Médio, ganhando o nome de Primavera Árabe.

Foto: Reuters

Graças ao engajamento do povo, regimes ditatoriais quase eternos, como o da Tunísia, Egito e, principalmente, na Líbia, caíram por terra. Os protestos, reprimidos de maneira sangrenta, seguem desde 2011 na Síria contra o atual presidente Bashar al-Assad.

Não tem sido diferente no Reino do Bahrein. O atual monarca, Hamad bi Isa Al-Khalifa, governa o país desde 2002, mas sua família está no comando da nação insular há pelo menos dois séculos. Entretanto, o rei, com formação escolar na Inglaterra e nos Estados Unidos, governa em prol da minoria sunita, que representa a elite barenita, causando assim a revolta na maioria xiita.

É por essa razão, basicamente, que o povo do Bahrein vem protestando desde o ano passado, tendo como objetivo principal garantir um espaço mais democrático e que a maioria xiita tenha voz mais ativa no governo.

A onda de protestos tem sido reprimida com violência pelo governo do rei Hamad, assim como já havia ocorrido no ano passado. Na esteira das manifestações, ONGs de alcance mundial reportaram um grande número de violação dos direitos humanos no Bahrein, com muitas denúncias de torturas contra os xiitas.

O mês de fevereiro tem marcado o aumento nos protestos no Bahrein, muito por conta do aniversário do chamado ‘Dia de Fúria’, em referência ao 14 de fevereiro do ano passado, quando a revolta popular eclodiu de fato. A situação é cada vez mais tensa no local, embora governantes insistam em ignorar que a crise jamais se dissipou.

Mas não são apenas os apoiadores do rei Hamad que tentam maquiar uma situação que está cada vez mais insustentável. Aliado do monarca, Bernie Ecclestone insiste em falar aos quatro cantos que o clima no Bahrein é propício para a realização de um GP de F1. As imagens aqui no post mostram exatamente o contrário. Mas Bernie, esse faz questão de não querer enxergar a realidade ao bater no peito e garantir a corrida no Bahrein, mesmo quando tudo mostra exatamente o contrário, que não há condições para tal.

Ecclestone tem seus interesses, muitos interesses financeiros, e quer satisfazer aos seus apoiadores barenitas, que gastaram rios de dinheiro na construção de um autódromo cravado no meio do deserto. Além de Bernie, a McLaren, por exemplo, tem grande interesse em voltar ao Bahrein, já que nada menos que metade das ações da equipe pertence à Mumtalakat Holding, que simplesmente é ligada à monarquia insular.

Já escrevemos sobre isso em uma reportagem na Revista Warm Up 12. O que fica evidente é que dirigentes, equipes e muitos pilotos — não todos, existem as exceções, como Mark Webber, que sempre costuma se posicionar — tendem a ignorar os fatos, as imagens e tudo mais em nome do dito ‘comprometimento profissional’. No caso de Bernie, é ainda mais grave, já que para este só interessa quantos milhões vão entrar em sua conta, não importando as condições de um país que se propõe a abrigar a F1, como se valesse tudo, desde que o pagamento seja feito.

Tal situação, assim como já aconteceu em outros tempos na África do Sul, quando a categoria simplesmente ignorou o Apartheid, e na Argentina, quando pilotos correram sob a mira de armas, por conta do regime ditatorial, apenas reforça a imagem da F1 como uma categoria que vive em seu mundinho de glamour, como se nada em volta importasse de fato, desde que não atinja a prima-dona.

E assim caminha a mediocridade.

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O (anti)eurocentrismo da F1

MAURO DE BIAS [@MaurodeBias]
de Bolonha

Foi-se Estoril, foi-se Magny-Cours, foi-se A1 Ring, foi-se Ímola, Spa cambaleou, Nurburgring e Hockenheim só aparecem uma vez a cada dois anos…

Lá em 1999, quando a F1 correu pela primeira vez na Malásia foi dado o primeiro passo para o êxodo europeu da categoria, que logo depois foi avançando para Bahrein, Turquia, China, Cingapura, Abu Dhabi e, mais recentemente, Coreia do Sul e Índia.

E nesses últimos anos, Bernie Ecclestone tem perseguido incansavelmente o objetivo de encaixar 20 corridas em uma temporada. E se tudo correr dentro do planejado, ele vai conseguir isso neste ano pela primeira vez.

As equipes reclamam de corridas demais. E além de serem muitas, elas acontecem longe das fábricas, que ficam na Europa. O incômodo então é duplo para os times. Há muitos deslocamentos e eles são grandes.

Obviamente as reclamações surgem aos montes. Pulam declarações aqui e ali de dirigentes de equipes reclamando do excesso de corridas fora da Europa. A mais recente veio da Ferrari. Ir para longe tantas vezes ao ano cansa.

O grande problema da expansão da F1 para os torcedores é a perda dos autódromos clássicos. A categoria perde muito da identidade sem corrida em Spa (batendo na madeira para a Bélgica não sair de novo do calendário), em Ímola, indo a Nurburgring só uma vez a cada dois anos… Melhor nem imaginar então o que seria ficar sem Monza, Silverstone ou outros do mesmo calibre.

As equipes pedem mais corridas na Europa. E mesmo que seja um eurocentrismo injustificado, já que a F1 é uma categoria internacional (mesmo tendo nascido lá), mais provas no Velho Mundo e menos nos suntuosos circuitos orientais não seria uma má ideia.

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1º de abril manjado. Mas tem gente que ainda cai


FERNANDO SILVA [
@Fernando_Silva7

SUMARÉ — Insatisfeita com a mudança dos motores de oito para quatro cilindros, a Ferrari deixa a F1 no fim da temporada de 2012 para disputar a temporada da Nascar e será comandada nas pistas por Michael Schumacher.

Os resultados recentes de Felipe Massa fizeram com que a Ferrari decidisse por sua saída imediata da equipe. Bruno Senna e Michael Schumacher são os cotados para assumir sua vaga.

Renault usará peças de ouro no R31 de Nick Heidfeld e Vitaly Petrov tanto nos treinos livres, quanto na disputa da corrida em Sepang, no próximo domingo.

Narain Karthikeyan vem a público dizer que a Hispania é uma equipe SÉRIA e que respeita a regra dos 107%.

Pilotos da Red Bull na Stock Car disputam a 11ª Corrida Nacional de JERICOS motorizados em Alto Paraíso de Rondônia.

Das frases acima, apenas a menção ao piloto indiano é verdadeira — apesar de ter sido publicada no começo da semana, é inverossímil do mesmo jeito —, por incrível que pareça. Todos os anos, nós jornalistas temos de ficar atentos ao 1º de abril, data em que as equipes, pilotos, e principalmente, a imprensa internacional costumam pregar suas peças. No entanto, está cada vez mais difícil dar um olé na rapaziada, cada vez mais esperta e atenta às tais histórias cada vez mais manjadas e estapafúrdias. Mas ainda assim, tem gente que cai, acredite.

O site ‘Paddock Talk’, aglutinador de notícias relacionadas a automobilismo, sediado na Inglaterra, divulgou a primeira notícia, assim como a suposta morte de Bernie Ecclestone — de tanto trabalhar —, cujo cargo de presidente da FOM seria assumido por Muammar Khadafi, com o poder cada vez mais ameaçado na Líbia. Já a saída de Massa da Ferrari foi divulgada no Twitter — maior disseminador de verdades e mentiras da atualidade —, enquanto a Renault entrou no clima e publicou a história das peças de ouro em seu site.

A Red Bull, bem-humorada como sempre, contou a mentira mais travestida de fatos reais vista hoje. A equipe enviou um release com muitas fotos e detalhes da participação de Cacá Bueno e Daniel Serra na corrida de jericos motorizados. Ainda que a notícia fosse suspeita, por conta da data, dois grandes portais e uma agência caíram na brincadeira e publicaram a nota como se fosse verdade. Pouco tempo depois, a assessoria da equipe veio desmentir a notícia, confirmando apenas que era uma nota alusiva à data. Acontece, faz parte, já diria o outro. Quem é que nunca caiu em uma lorota? Eu mesmo já caí em algumas boas, mas isso é história para outro post.

Tantas outras piadas são levadas ao público como se fosse verdade. O que é mesmo aquele botão de chuva idealizado por Ecclestone? E a intenção de se fazer revezamento de pilotos nos carros na última década? E muitas outras que já vimos e ouvimos por aí.

E você, qual foi a maior mentira já lida sobre a F1? Conte aqui.

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Belo presente

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]

SUMARÉ — Tem gente que nasceu com aquilo virado para a lua, como a gente costuma dizer aqui no interior. É o caso de Omar Khyami, modelo e designer que fez uma festa de aniversário de 26 anos no último domingo. Até aí, normal, mais uma festa de aniversário como tantas outras por aí.

O lance todo é que há seis meses, o cabra namora Tamara Ecclestone, filha lindíssima do chefão da F1. O casal já planeja se mudar para uma mansão na Inglaterra avaliada em US$ 120 milhões, pasmem, com a ajuda do velho Bernie. Que beleza!

Com uma mulher linda e um sogro cheio da nota, o que mais Omar poderia querer? Como presente, o modelo ganhou um bolo de aniversário tendo a própria Tamara como recheio. E que recheio!

É, amigo. Sorte é mesmo para quem tem.

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Bernie, Bernie…

Felipe Paranhos

No fim de semana passado, um evento comemorou o 25º ano do GP da Hungria. Estavam lá Felipe Massa, Fernando Alonso, Heikki Kovalainen, Michael Schumacher Lucas Di Grassi, Timo Glock, taças de champanhe e Bernie Ecclestone.

Os pilotos receberam homenagens do novo presidente húngaro, Pál Schmitt, e, no fim, Bernie teve uma conversa com o governante. Para quebrar o gelo, o presidente da FOM se saiu com uma tirada arriscada, no melhor estilo Luís Inácio Lula da Silva. Em frente a uma joia fechada em redoma, Bernie perguntou: “É feita na China?”

É uma coroa milenar húngara. Mais de mil anos, como se vê. Por sorte, os dirigentes húngaros levaram na brincadeira. Mas, se continuar com saídas ousadas, Bernardinho corre o risco de passar por senil.

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Um conselho, Bernie

Felipe Paranhos

O GP da Austrália mostrou que na F1, pra ter emoção, o negócio é chover. A corrida teve gente errando, ultrapassagens, indefinição até o fim e dois azarões no primeiro e no segundo lugares — e quem diria que o Button fosse começar como underdog

Por isso, deixo aqui meu conselho sacana para Bernie Ecclestone: tio, compra a máquina do Boninho! É simples: sabe aquele sistema interativo que o BBB usa nas provas do líder? Então: quando a corrida tiver chata, o povo vota na internet: “Chuva!” “Calor!” “Neve!” Aí pronto: ninguém vai mais reclamar de falta de emoção…

Bahrein? Tempestade de areia. Turquia? Puro vento. Brasil? Chuva. Abu Dhabi? Hum… Aí não tem jeito, viu… Dá pra colocar tudo ao mesmo tempo?

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Ecclestone: “No momento, não há GP da Inglaterra”

Continuando a publicação de notícias por aqui… Tudo pela informação, haha

[Nota escrita por Felipe Paranhos]

Sempre perguntado pelo futuro do GP da Inglaterra, Bernie Ecclestone foi duro em relação a Silverstone. Segundo o presidente da FOM, se o calendário fosse confirmado hoje, não haveria prova inglesa em 2010.

“Eles tinham um contrato que poderiam assinar se quisessem, mas não assinaram. No momento, não há GP da Inglaterra. Acho que 9 de dezembro, que é quando a comissão da F1 vai se reunir, é o dia em que ele será retirado do calendário. Se não houve contrato, não haverá GP da Inglaterra”, declarou o britânico.

Ecclestone, porém, afirmou que há uma possibilidade de Donington voltar à disputa pelo GP “se alguém surgir com as ideias corretas e com os recursos”.

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