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Dois reis

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré


Logo no começo da manhã desta quarta-feira (8), Emerson Fittipaldi postou uma foto em suas redes sociais Twitter e Facebook. Não foi uma foto qualquer, mas sim um verdadeiro encontro de reis. O pioneiro Emerson posou ao lado simplesmente de Roberto Carlos após um show no Espaço das Américas, em São Paulo, onde o Rei da Música tem feito sua turnê na capital paulista. Uma foto para a história, diga-se. Os dois são amigos de longa data e ícones da década de 70, mas que estão em alta até hoje.

E quando se fala em Roberto Carlos e Emerson Fittipaldi, não há como não falar sobre velocidade e carrões. E é impossível não mencionar essa joia rara do cinema nacional que posto logo aí abaixo.

http://www.youtube.com/watch?v=UzT6zj0XOKw

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Giro d’Italia (Finale)

FERNANDO SILVA [@Fernando_Silva7]
de Sumaré

Foi uma jornada curta, mas bastante intensa. Voltar para casa é sempre bom. Voltar com a sensação do dever cumprido é muito melhor! Ao longo desses últimos três dias e graças a Victor Martins, Flavio Gomes e toda a galera do Grande Prêmio, tive a chance de adquirir um enorme aprendizado, expandir a experiência profissional em minha primeira cobertura na Europa, conhecer uma nova cultura e novas pessoas, além de apreciar a incrível culinária italiana.

A grande missão foi a cobertura da apresentação dos pneus da Pirelli para a temporada 2013, na última quarta-feira. Vários jornalistas, do mundo inteiro, foram convidados para estarem em Milão. Foi um dia cercado de expectativa e que começou com a visita à fábrica e centro de desenvolvimento e pesquisa da Pirelli na capital da Lombardia. Depois, sim, o momento mais esperado da jornada milanesa.

Achei a apresentação divertida e com a cara da Itália. Marco Tronchetti, presidente da Pirelli, abriu a cerimônia e logo chamou Jean Alesi (foto ao lado) — nomeado novo embaixador da marca —, até hoje muito querido na ‘terra da bota’ por seus anos na Ferrari e, provavelmente, por ter optado por Maranello e não pela Williams no início dos anos 90. Depois, Paul Hembery e Giorgio Barbier foram chamados ao palco para falarem sobre os planos da fábrica e os objetivos no esporte a motor. Hembery falou bastante sobre a importância da Stock Car e ressaltou a presença de Rubens Barrichello no grid.

http://www.youtube.com/watch?v=0ibumHOfLyw

Para mim, a apresentação teve dois momentos bem interessantes: primeiro, quando todos os funcionários da divisão esportiva da Pirelli subiram ao palco e retiraram o pano quadriculado que cobria os novos pneus para F1 e Superbike em 2013; e segundo, quando foi exibido um vídeo bem mostrando ‘o outro’ lado de quem comanda o esporte na fornecedora italiana. Eu, particularmente, gostei muito.

Depois, vieram as entrevistas coletivas com Tronchetti e Paul Hembery. Antes disso, aproveitei para falar com o Alesi e também com o Barbier. Cumpridas as obrigações, fomos comer um aperitivo na Bicocca degli Arcimboldi: presunto Parma e vinho branco. Nada mais italiano. Após a pausa, optei por seguir rumo ao hotel e, de lá, dar sequência aos trabalhos. Mais tarde, estava previsto uma espécie de encerramento com um jantar. Tudo marcado para 20h de Milão.

O lugar escolhido foi o Jazz Café, bar e restaurante na Corso Sempione e tradicional reduto dos boleiros de Milão. Logo na chegada percebi que, mesmo nunca estando ali antes, era um lugar familiar. Afinal, uma banda tocava muita música brasileira, desde Bezerra da Silva a Seu Jorge. Clima bem legal. E o jantar também foi incrível, regado a comida boa, bons vinhos e papo legal com alguns jornalistas argentinos que dividiam a mesa conosco. O fim daquela épica quarta-feira teve muita música brasileira — tocou até Michel Teló e Gusttavo Lima. As italianas, todas lindíssimas, cantavam e dançavam. Aí o papai aqui pira, diria o outro!

Após o retorno ao hotel, percebi que o sono não viria de jeito algum. Então procurei aproveitar a viagem por mais tempo: peguei um cachecol no quarto e saí caminhando sem destino e sem hora para voltar. Incrível como em uma cidade daquele tamanho foi possível ficar duas horas na madrugada sem qualquer tipo de problema ou ameaça. Ao contrário. Talvez, por conta do frio — que beirava 1ºC —, as ruas estavam praticamente desertas, salvo o trânsito de um ou outro carro pela rua. Fui direto para o Duomo di Milano, a belíssima e monumental catedral gótica construída no século XIV. Durante alguns bons minutos, fiquei ali parado, de frente para o templo, só admirando aquilo tudo. Para não dizer que estava sozinho ali, algumas pombas e um casal de turistas lituanos, que pediram para que eu tirasse algumas fotos.

Dei uma volta ali ao lado e depois voltei para o hotel. Descansei um pouquinho antes de acordar e bater perna de novo. Comprei algumas lembranças para muita gente aqui da terrinha e procurei me informar sobre o caminho para o San Siro. Depois de inserir as moedas na máquina, que emitiu o bilhete para o metrô — € 2,55 —, embarquei na Linha 1 (vermelha ou rossa) lá no Duomo, com destino à estação Lotto.

Duas situações me chamaram a atenção: mesmo estando razoavelmente cheia — nada comparado a São Paulo, mas cheia —, não vi nenhum tumulto, empurra-empurra ou algo do tipo. Outra coisa é que os vagões, pelo menos da Linha 1, são bem antigos e todos pichados.

Depois de uns 25 minutos e nove estações, cheguei lá ao destino: Lotto. Era a estação mais próxima do Giuseppe Meazza, um dos mais tradicionais estádios de toda a Europa, no bairro San Siro. Bairro que lembra um pouco o Morumbi. Dispensei o táxi e andei mais ou menos uns 2 km até começar a ver a monumental estrutura ao redor do estádio. Foi a glória. Seria inaceitável estar em Milão e não ir ao San Siro, mesmo não sendo dia de jogo. Conheci o museu (sabe qual a única camisa de time brasileiro por lá? a do Santos, claro!) e fiz um tour pelo estádio, com direito a visita aos vestiários. Para mim, amante do futebol, foi incrível.

Antes do retorno ao metrô, parei em um McDonalds e fiquei tentado a comer um Big Mac, mas fiquei com medo de perder o horário da saída para o aeroporto — 15h30 — e peguei só uma Coca Cola antes de iniciar a volta. Daquela vez, porém, desci na estação San Babila, logo à frente da Duomo, pois ficava mais próxima ao hotel. Cheguei bem em tempo lá, antes das 15h. Talvez daria tempo de comer um Big Mac italiano, que custava € 6,15. Mas não importa. Sinto que fechei a viagem a Milão com chave de ouro. Cidade encantadora, povo acolhedor, comida das melhores e mulheres lindíssimas. Definitivamente, a Itália é um espetáculo.

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Music Friday

Música da antiga para animar a sexta-feira (2), dia em que Jon Bon Jovi completa 50 anos.

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O rali das celebridades

JULIANA TESSER [@JulianaTesser]
do Parque São Jorge

O Parque São Jorge recebe neste fim de semana o Rally de São Paulo, competição off-road apadrinhada por Rubens Barrichello. Além dos pilotos de diversas categorias, a prova reúne, na categoria Pro-Am, celebridades da TV e da música.

Na disputa realizada no começo da noite deste sábado (17), a vitória ficou com Paulo Nigro, ator que passou por Malhação, Chiquititas e, mais recentemente, pelas novelas da TV Record.

A segunda colocação ficou com Rafael Cardoso, no ar em “A Vida da Gente”, da TV Globo, com o personagem Rodrigo. A terceira colocação ficou com Marcos Breda, conhecido aqui do Grande Prêmio, pois assinou a coluna Text-Writer do GP da Inglaterra, em julho deste ano.

O músico John Kip, famoso por emplacar músicas na trilha sonora de novelas da Globo e por ter a participação de Barrichello no videoclipe da música ‘Adjustable’, ficou com o quarto tempo, seguido pelo ator Marcos Pasquim.

O empresário André Duek ficou com o sexto tempo, seguido pelo cantor Seu Jorge. A oitava e última colocação ficou com Paulo Antunes, comentarista da ESPN.

Como prêmio pela vitória, Nigro levou para casa uma bicicleta fabricada pela Mini, mesma marca do carro com que disputou a prova em território corintiano.

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Dia de gente boa



Felipe Paranhos

Heidfeld, Bergkamp, Bono, Helio. Em comum, o aniversário em 10 de maio. Queria celebrar os janeiros de Nick com um vídeo de uma bela ultrapassagem ou uma grande vitória na F1. Infelizmente, não é possível — primeiro porque tio Bernie não deixa postar vídeo da F1, depois porque o alemão é pura zica e nunca conseguiu vencer, embora tivesse talento para isso. Ele faz 33 anos.

Dennis, de 41 anos, é um dos jogadores mais fantásticos que já vi jogar. Foi o que se costuma chamar de um jogador elegante. Fez um dos gols mais bonitos que já vi, na Copa de 1998. Um domínio de bola fantástico após um passe de antes do meio-campo. Genial. Além disso, morre de medo de avião, como eu. Quem quiser ver mais dele, olha aqui.

Bono, que chega ao cinquentenário, é dado como mala por muitos, mas é, sem dúvida, um dos maiores rockstars que a música conheceu. Daqueles que entendem que ser um excelente vocalista não basta. Para homenageá-lo, eu postaria o clipe de Walk On, canção do U2 que mais gosto, mas me chamou atenção a chamada dos canais Espn para a Copa do Mundo. Foi lançado hoje.

Por fim, Helio, de 35. Ponho aqui os melhores momentos de sua vitória mais marcante, a edição 2009 das 500 Milhas de Indianápolis. O vídeo é longo, mas vale a pena ser visto.

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O fim, agora de verdade

Já havia feito uma breve despedida quando confirmei que deixaria o Grande Prêmio, mas agora chegou o momento. E, bueno, foi ótimo demais. Não poderia ter começado a minha carreira no jornalismo em um lugar melhor, que fosse ao mesmo tempo tão exigente mas tão generoso em aceitar alguém para ensinar praticamente tudo sobre jornalismo. A excelência do trabalho dos meus colegas e companheiros de guerra neste período jamais vai ser esquecida, e fica aqui um abraço e um beijo a quem de direito – abraço para os caras, beijo para as gurias, que fique claro:

– Flavio Gomes
– Victor Martins
– Evelyn Guimarães
– Luana Marino
– Marcus Lellis
– Felipe Paranhos
– Marcelo Ferronato
– Bruno Terena
– Bruno Vicaria
– Paulo Lava
– Bruno Nakata
– Ivan Capelli
– Bruno Mantovani
– Marcel Marchesi

Além de tantos outros nomes. Cada um destes foi amigo, parceiro e chapa nas horas necessárias, e vou sentir (incrível, mas real) muita falta de acordar às 3h da manhã de uma sexta-feira para começar a cobrir os treinos coletivos na Turquia e falar merda com todo esse povo.

Mas vamos lá. Vida que segue.

Abraços,
Francisco Luz

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Fim de duas eras

Foi pouco depois do GP do Brasil de 2007 que Lewis Hamilton – então recém coroado vice-campeão após perder de forma incrível o campeonato – começou a namorar com Nicole Scherzinger. E foi naquela corrida mesmo que eu comecei a trabalhar para o Grande Prêmio.

Pois nesta segunda-feira o duo anunciou o fim do seu relacionamento. E, como precisava de algum GANCHO para isso, aproveito para avisar a todos que também estou no fim do meu ciclo aqui na casa. Fico até o dia 31 de janeiro, para depois assumir um papel bem legal no Jornal NH.

Por isso, já quero antecipadamente agradecer a todos os leitores que prestigiaram o meu trabalho nos últimos dois anos e meio, quase, e dizer que este foi um período sensacional. Comecei aqui como um guri perdido na vida e saio com uma baita cancha, uma puta experiência e um conhecimento de trabalho que jamais esperava ter em tão pouco tempo.

Tive colegas sensacionais e grandes amigos nas pessoas de Victor Martins, Marcus Lellis, Evelyn Guimarães, Felipe Paranhos, Bruno Terena (tinha me esquecido do narigudo), Bruno Vicaria e Marcelo Ferronato. Tive um grande contato e uma ajuda sem precedentes de Marcel Marchesi. O apoio também muito grande de vários assessores de imprensa, e seria muita chinelagem lembrar só de alguns nomes. Também tenho que agradecer demais ao Flavio Gomes, que apostou em um guri saído do cu do mundo do RS para escrever no seu site sem experiência alguma.

Foram anos de acordar de madrugada, trabalhar duzentas horas diárias e tudo mais. Mas valeu a pena. No fim, todo dia passou como se fosse um grande SABADÃO SERTANEJO:

Abraços e até mais. Não comemorem minha saída antes do dia 31,
Francisco Luz

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Feliz Natal

Bueno, povo.

Ainda não é dia 24, nem 25, mas já estou de férias. Em algumas horas, vou partir para o Uruguai passar uma semana de alegria e Norteñas, além de tentar pagar a viagem ganhando no Cassino. Torçam por mim.

E que o Natal tenha um símbolo assim para todos:

Ou então…

Ho ho ho,
Francisco Luz

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Três anos nesta noite

Sim, o título é uma referência a Paulo Francis. E, sim, este é mais um texto falando de futebol em blog sobre automobilismo. Mas é fim de ano, fim de feira e, quando acordei e vi no calendário que hoje é 17 de dezembro, lembrei do Dia de São Gabiru.

Mas que também poderia ser o dia de São PEDRITO Iarley. Ou de São Clemer. Ou São Fernandão, com a taça mais linda jamais feita erguida aos gelados céus japoneses, enquanto eu fritava com os pés rasgados no asfalto de 50ºC em busca de cerveja – que havia acabado em Novo Hamburgo.

Juro que já tentei, de todas as formas, entender o que leva alguém a não gostar de esporte – de não se arrepiar ao ver vídeos como estes, ou dos times das vossas preferências (escolhas piores do que as minhas, já admito), ou de corridas fantásticas, de duelos na pista. Mas, quando eu paro e revejo estas cenas, e lembro dos 20 anos de dor e paixão que o vermelho e o branco, fundidos em COLORADO, me causaram, e lembro ainda mais de uma noite fria de agosto…

Não dá. Esporte é isso aí. Não é preciso entender o que acontece: basta ter vontade de morrer explodindo de alegria ao marcar um gol que tudo se resolve, fica belo e leve e feliz.

Saudações coloradas,
Francisco Luz

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Impossível crer

Michael Jackson - Getty Images

Acho que todo mundo deve ter feito, ou ao menos pensado, em uma lista de pessoas que acham que nunca vão morrer. Algumas são clássicas, como Silvio Santos, por exemplo, e a Dercy, que causou um capote em todo mundo no ano passado.

Pois a minha lista era muito ruim, pelo jeito. Tinha o Brizola, o Roberto Marinho e o Michael Jackson. Como não acreditei direito na morte dos dois primeiros, não consigo crer também que é verdade que o rei do pop já era também.

Poucas pessoas tiveram uma história de vida tão controversa. Genial desde pequeno, exigido como um popstar que era, apanhou do pai, cresceu, virou ainda mais gênio, passou de negro a branco, explodiu em suspeitas de pedofilia e, por fim, virou uma bizarria sem tamanho nos últimos doze anos. Uma passagem marcante, sem dúvidas.

Muita gente agora vai lembrar de todos os escândalos. Como não sou juiz e era fã desde pequeno do grande Jackson, segue o clipe da melhor música que ele já fez na breve e intensa vida. Não sei se ele morreu realizado, satisfeito ou deprimido, mas sei que marcou. E, no fim, é isso mesmo que acaba valendo.

Descanse em paz, Michael.

Um abraço,
Francisco Luz

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Aliás…

Hoje completamos uma semana de blog.

Ainda não temos (ou, ao menos, eu não tenho) a frequência desejada de postagem. Mas, ao contrário de uns e outros, não sou milionário para me dar ao luxo de viver de blog (mentira, eles também não são). E, por isso, as vezes os assuntos acabam passando ao largo enquanto estou trabalhando aqui, ou no outro emprego, ou na aula.

Mas, enfim, quero saber a opinião de vocês: gostaram da ideia? Sentem falta de algo? Gostariam de algo diferente? Mais off-topics, mais fotos, seções fixas, historinhas, curiosidades, vídeos da Alexis Texas?

Não prometo fazer nada do que vocês opinarem, mas vou ficar realmente faceiro se as respostas forem positivas ou derem boas sugestões.

Abraços,
Francisco Luz

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