O horror

Felipe Paranhos

Ashley Sara Phalen, 24, morreu na última sexta-feira (15), em Fontana, quando participava do Mario Andretti Racing Experience, programa que, a preços entre R$ 217 e R$ 721, permite a pessoas comuns a chance de dar voltas em um carro de corrida baseado no da Indy.

Pessoas comuns, que participam de um briefing, ouvem sobre segurança, e depois saem acelerando. Estes são trechos do texto de apresentação do negócio, no site: “Não há nenhum carro  à frente para seguir nem nenhum professor correndo com você”; “É permitido ultrapassar”, o que, ao lado de uma foto com vários carros do programa, me permite imaginar que, sim, pessoas comuns correm AO MESMO TEMPO contra outras pessoas comuns. Ah, e quando você termina a experiência e sai do carro, recebe um “certificado colorido com a sua velocidade máxima impressa”, o que obviamente é um estímulo para que gente como eu e você saiam acelerando doentiamente.

Embora as autoridades não tenham divulgado a velocidade do carro pilotado por Ashley na hora da batida, estima-se que os carros do que chamam de “escola” passem de 250 km/h. Uma amadora no comando de um carro a mais de 200 km/h bate no muro interno do circuito, é levada para um hospital e morre. A escola perde uma aluna. Mas o show tem de continuar e no dia seguinte, lá estão as “aulas” novamente.

Segundo a agência de notícias AP publicou no sábado, as ligações pedindo um pronunciamento por parte da empresa de Mario Andretti não foram respondidas.

Ah, mas está lá no site oficial, redundantemente: “segurança é a prioridade número 1”.

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129 respostas para O horror

  1. dirk lindeke disse:

    Engraçado o ponto de vista dos redatores deste site, pois não parecem viver no meio. Quem se submete a andar em cart indoor está sujeito a acidentes fatais, claro que é raro, mas está. Se procurar bem, vai encontrar muitos relatos mundo a fora de pessoas que morreram em cart in door, e nem assim isso faz desta modalidade algo que deveria ser banido. Em qualquer curso de pilotagem, seja de carro ou moto, a pessoa assina um termo aonde está escrito que ela sabe dos riscos de morte inerentes e inevitáveis a este esporte (sim, os riscos são inevitáveis). Redatores, atuem com profissionalismo, opinião de moleque deveria ficar em casa.

  2. Verde disse:

    Um driving experience com carros QUE ALCANÇAM ATÉ 250KM/H nas mãos de PESSOAS COMUNS que podem ULTRAPASSAR À VONTADE umas as outras no circuito de FONTANA?!?!

    Boa, Mario!

  3. Conrado Andrade disse:

    É meio complexo esse assunto. As pessoas que procuram esse ‘meio’ pra se divertir, em tese, deveriam saber que se trata de uma coisa perigosa. Todos que aprovam a experiência são coniventes com isso e, aparentemente, a “escola” possui os pré-requisitos de segurança para funcionar.

    Se eu fosse muito bem de vida, não teria um Porsche. Mas juntaria uma grana pra ir a Europa alugar um, e levar pra dar umas voltas em Nordschleiffe. Eu sei que estarei pondo minha vida em risco… mas é uma escolha minha. Principalmente no que diz respeito ao quanto eu vou acelerar lá dentro.

    Eu não sei como foi o acidente dessa americana. É bom dizer… e acho perigosa essa idéia do “Andretti Racing Experience”. Mas confesso que eu não conhecia… e agora que conheço, tenho muita vontade de participar!

    Abraços

    • Felipe Paranhos disse:

      Conrado, entenda: se existe, qualquer um tem o direito de participar e assumir seus riscos. O que acontece é que algo assim não deveria existir. Pilotar um carro a 250 km/h é coisa para profissionais, não para amadores que chegam ao autódromo, participam de um briefing, assinam um termo e vão para pista. Isso não é escola de pilotagem.

  4. Mr. Inforrock disse:

    Fala Amigo Paranhos,
    Horror é alguém querer segurança num autódromo!!! Aliás em qualquer evento de velocidade!
    – ANDAR DE BIKE A 70KM/H ?
    – ESTICAR DE MOTO ?
    – TOMIZAWA SABIA DISTO?
    – SENNA ESTAVA SEGURO ?
    – LAÉRCIO JUSTINO NA STOCK?
    – RAFAEL SPERAFICO NA STOCK LIGHTS?
    ——————–
    Qualquer pessoa que entre num veículo com rodas, sejam 1, 2, 3 ou 4, e vá para um autódromo correr conhece os riscos.
    Paranhos zagueirão, você por um acaso não deixaria uma oportunidade de correr em Nazareth por exemplo?
    Mario Andretti garanto que não ficou nada contente com isto, fatalidades acontecem.
    [ ]s

    • Felipe Paranhos disse:

      Você falou de coisas que profissionais fazem. Não amadores. Isso é que não pode acontecer: dar a amadores a oportunidade de fazer algo perigoso, que só profissionais fazem com relativa segurança. Essa falta de segurança é algo que profissionais lidam com destreza. Amadores caem na primeira dificuldade.

  5. rodrigo disse:

    Maior de idade, vacinada…
    Ninguém amarra ninguém, coloca dentro do carro com um tijolo no acelerador. Todos conhecem os riscos e PAGAM para correr esses riscos. Se o carro estava em ordem, se os itens de segurança estiverem todos no carro, não vejo motivo para a escola sofrer punições.

    • Felipe Paranhos disse:

      Não é sofrer punição, é que isso não é uma escola. Isso é um aluguel de carro. Feito um kart indoor, só que num oval, a 250 km/h. Se isso fosse para gente como eu e você, não haveria pilotos ganhando fortunas para fazer isso profissionalmente. Bastava dispensar o Castroneves e chamar você pro lugar dele.

  6. Jacaré e Capivara do Tietê disse:

    Galinha que come pedra sabe o c. que tem!!
    Eu vou, nem que faça mal.

  7. Danilo Cechin disse:

    Cara paga quem quer ! se morrer morreu !! Se nao quer correr o risco de acelerar fica em casa !!!

  8. ALEXANDRE FS disse:

    É … tem gente que pensa que pilotar monoposto de corrida é como dirigir um carro até o supermercado… O pior é constatar que um campeão de F1 pensa assim também.

  9. Fabricio disse:

    Afe maria! Isso é um Lola anos 90 adaptado?

  10. Thomperson disse:

    Por acaso o Grande Prêmio sabe em que circunstâncias EXATAS ocorreu o acidente?
    É fácil tirar conclusões precipitadas com o pouco que se sabe sobre o programa de experiência.

    • Felipe Paranhos disse:

      Não interessam as circunstâncias, Thomperson. Pode ter caído um meteoro na cabeça da menina, ela ter perdido o controle e batido. A questão é que uma empresa, seja ela qual for, não pode dar um carro a 250 km/h a gente despreparada como se isso fosse normal. Isso é ridículo. É como dar um avião a um cara que joga Flight Simulator no teclado de seu PC.

  11. Luiz G disse:

    É uma história horrível…mas não se pode julgar os administradores por causa disso. Quando alguém entra num kart ou num carro de corrida, tem que saber que existem riscos envolvidos.
    A mesma coisa acontece em escolas de alpinismo, para-quedas ou mergulho. Existem riscos envolvidos e todos sabem disso.
    Se alguém tem pavor de se arriscar, então, devia ficar em casa assistindo TV.
    Para morrer, basta estar vivo.
    E a vida continua.

  12. Bruno Bariani disse:

    A responsabilidade é inteiramente dela. Ela sabe que 250km/h pode ser fatal e acelerou pq quis. É como as pessoas que saltam de paraquedas; Todas sabem que existe o risco de morte, saltam pq querem. Para isso existe um termo de responsabilidade que com certeza ela assinou.

    • Felipe Paranhos disse:

      Meus argumentos estão todos nos outros comentários. Mas confesso que me espanta haver tanta gente que pensa assim. E que acha normal esse tipo de “escola” existir.

  13. José Roberto disse:

    Tudo depende do ponto de vista. No ponto de vista do Felipe isso não deveria acontecer. É exploração. Ganhar mesmo qhe seja com a vida dos outros. No meu ponto de vosta, é fatalidade. Se eu tivesse a chance eu andaria sem piscar. é o meu sonho. melhor ainda num fórmula 1. Agora é claro que poderia haver limitador de velocidades, mas os pretendentes iriam concordar.

  14. Joaquim Rogério Nicolau disse:

    Pilotar um carro a 250 km por hora em uma pista reta é coisa pra profissionais; imagem vocês com esta mesma velocidade em um circuito oval, onde as caracteristicas da pista são totalmente diferentes de um circuito misto, fato que requer muita técnica de frenagem e tangências de curvas a 250 km p/h, com carros pilotados por leigos: Suicídio!!!!!!

  15. Roberto Borges disse:

    Caros
    Lá o Petty tem o mesmo tipo de programa com carros da NASCAR amansados, com algumas diferenças básicas: é uma barca engaiolada, que pode porrar à vontade; a velocidade não é a mesma de um Indy cover; o circuito na Disney é curto; corre-se sozinho(!!), sem ninguém para bater. Risco existe até ao atravessar a rua, mas no caso da rua, todos temos experiência e sabemos avaliar.
    Quando se mergulha, em qualquer lugar do mundo, também se assina um termo de responsabilidade e as pessoas são habilitadas. Será que o pessoal amador tem noção do verdadeiro risco que representa um fórmula? Essa é a questão, pois o amador assume um risco que não conhece. A primeira impressão é de segurança, claro! Não vão espantar a freguesia.

  16. Roberto disse:

    É realmente impressionante o descaso que as pessoas têm com a vida – a dos outros, claro. Esse troço é uma tremenda falta de responsabilidade tanto de quem fornece quanto de quem autoriza o serviço. Deveria ser proibido ou muito restrito e bem regulamentado.

  17. Andrews disse:

    Só para registro:
    Também acho normal!

  18. Se Milka Duno pode correr porque outra mulher não?

    Será que se fosse um homem vc também estaria assim tão chocado?

    Vc viu o acidente?

    Quantas pessoas já correrão lá?

    Vc sabe quantas vezes ela já correu?

    Ela era maior de idade? Tinha o curso? Passou?

    Acho que mais comentários é bobagem.

  19. Ramon Dias disse:

    Altíssimo o nível de reflexão filosófica da turma! Felipe, deixa quieto… Tem jeito não…

  20. Gustavo disse:

    Pela tua lógica também as locadoras de automóveis da Alemanha deveriam limitar a velocidade dos carros?? Tem empresa especializada em alugar Porsche, Ferrari, etc.. deveriam ser banidas também?

    Ou até as empresas normais que alugam BMW´s, Audis e Mercedes que chegam à 250kmh nas Autoestradas…

  21. luiz carlos silva dos santos disse:

    O problema, creio, é que as pessoas que nunca tveram contato com esse tipo de veículo, nem guiaram em alguma competição, não sabem o que estão fazendo.

    De certa forma, é como tolerar que uma criança brinque com uma arma de fogo carregada porque assinou um termo de responsabilidade.

    Mas a idéia seria boa com algumas alterações no cardápio.

  22. André disse:

    Pra mim o problema é colocar todo mundo junto na pista, pq um vai andar a 150km outro a 200km…..basta 1 sem noção para virar tragédia.

    Creio que colocar na pista sozinho seria melhor, aí cada um poderia experimentar e acelerar de acordo com o seu limite.

  23. Elcir disse:

    Concordo com você. Quem participa de um kart indoor, ou de um quatro rodas experience, ou de uma escola de verdade de pilotagem, sabe que é perigoso, mas cada um tem que ter suas regras. No kart indoor a velociade é no maximo 90 km/h em ambiente aberto, fechado 70 km/h. No 4rodas experience sempre tem um instrutor acompanhando e não se pode passar de 120 km/h em Interlagos, e os supers carros não são dirigidos pela pessoa que contratou, ela somente acompanha. E em escolas sérias de pilotagem todos equipamentos de segurança são solicitados, e o ‘piloto’ só vai para a pista depois de aprender as boas praticas e tecnicas. Mas concordo, quem procura este tipo de diversão sabe os riscos, e aceita-os.

  24. krlos disse:

    Isso é no Brasil? Então que se lixem os gringos, pÔ!!!

  25. Vantoil Lima Jr. disse:

    Igual a esse Racing Experience do Mario Andretti tem alguns na Europa com carros antigos de F1.

    Eu nunca teria um negócio desses, porque eu não queria ser responsabilizado por uma pessoa se estrepar (sério, eu ia ficar com um peso enorme na consciencia, mal mesmo).

    Por outro lado eu adoraria participar em algum desses programas!!! Poxa, imagina morrer pilotando um carro de F1 (ou um Indycar ou Nascar ou um protótipo)… significa que você um dia chegou a pilotá-lo (nem que seja por alguns metros :P)!!! Lógico que meu objetivo participando de um programa desses seria me divertir e tentar ir rápido (mas com certeza sem chegar no limite, uma fatalidade seria uma cagada, não um gesto de arrojo).

    Mas pilotar um carro de corridas é uma das coisas no topo da minha wishlist!!!

  26. RAFAAPH 2011 disse:

    Quem Pilota carros assim geralmente anda de kart antes por um bom tempo. Será que ja tinha andado de Kart?

    Deveria haver regras mais claras e rigidas para “essa diverção” pois curso, escola não é! Curso e escola reprovam, ou seja, os “pilotos” deveriam ser avaliados antes se tem o mínimo de condições para chagar a tal velocidade. Que Deus a tenha!

  27. Alexandre Lourenço -SP disse:

    Putz mas que idéia que eu acabei de ter!!!!
    Ajguém aí topa abrir junto comigo uma franquia dessa empresa do Mário Andretti aqui no Brasil?
    Pelo menos posso tirar das ruas esses malucos dos “RAXADORES” que vivem arriscando a nossa vida e a deles também nas nossas estradas ,avenidas e ruas, o que acham?Aproveito pra construir um cemitério do lado da pista.
    Pelo menos agora eles poderão ter uma oportunidade de sentir a verdadeira velocidade.

  28. Fábio Mandrake disse:

    Acho que deveria ter um carro a frente com instrutor, ou no mínimo um dispositivo no carro para regular a velocidade.
    E ao menos o “teste” ser em circuito misto, pois tem área de escape, proteção de pneus, etc..
    Pra isso tá mais para caça níquel do que escola.
    Alias escola de pilotagem vc tem várias aulas teóricas, durante dias a fio, depois vem as práticas com instutores sempre monitorando tudo, vide Jim Russell Driving School, John Watson Performance Driving School, Expedito Marazzi..

  29. Fábio Oliveira disse:

    Felipe, concordo com tudo que vc escreveu acima. Corro de kart, e quando vejo um cara que sai do indoor e senta em um 125 achando que anda horrores, morro de medo. Porém acredito que pessoas dosam seu medo ao acelerar. Acredito que cada pessoa é uma pessoa, mas o jeito que é feito nessa “escola” não é a mais certa. No minimo deveria haver etapas a serem vencidas na propria escola para que só depois os “pilotos” estivessem aptos a tal pilotagem, isso se possivel, é claro!
    Bom, uma pena a fatalidade!
    Abraço

  30. Ricardo de Bittencourt disse:

    Concordo com ambos os argumentos. Quem vai até lá e aluga uma coisa dessas concorda com o risco.
    Se sabe onde está se metendo é outra história.
    .
    Para o Sr. Andretti, palmas. Dá a impressão que ele não sabe dos requisitos necessários para se acelerar a 250 Km/h. Depois de tudo o que ele fez nas corridas, está mostrando que basta alugar um carrinho desses para fazer igual. É pura irresponsabilidade.
    .
    Numa terceira linha, confesso que já andei a 250 Km/h e não achei lá grande coisa, mas estou acostumado a andar ligeiro. Eu certamente alugaria um carro desses apenas pelo prazer de sentir o motor, a aceleração, poder de frenagem, dar umas voltas e fim. Nem precisava ir tão rápido, pois não gosto de ovais. Como as ruas não são feitas para se correr de automóvel esse é o lugar certo.
    .
    Ah! Pagaria o dobro para andar num misto.
    .
    Vá entender essa gente que tem gasolina nas veias…

  31. Emerson Ferreira Santos disse:

    Caros colegas “comentaristas”. Saio em defesa de Felipe Paranhos pela matéria explicativa e quero dizer o seguinte: Os riscos existem? Sim claro. Mas ninguém entra numa pista para morrer certo? Então escolas que lucram à custa de riscos desnecessários não são bem vindas ao mundo automobilístico. Não se pode pensar somente em prazer nestes casos. A segurança sempre deve estar em primeiro lugar, mesmo com termo e consciência. O piloto é conivente, a escola idem e o sr Mário idem. Mas o que não pode é desrespeitar a vida e também a opiniõa do Felipe que eu concordo. E nem ofender alguém aqui não é sr. dirk lindeke (isso é nome???) ainda mais sem se identificar corretamente. Moleque é vossa excelência. Respeitem os profissionais. Chega de amadores.

  32. Verde disse:

    É sério que esse povo todo acha normal? É SÉRIO?!

    Sabe aquele programa da Renault que permite que uma pessoa comum seja piloto de Fórmula 1 por um dia? Pois é. O circuito escolhido para tal é HUNGARORING, aqueles que muitos odeiam por ser lento. E por quê? Porque seria de uma irresponsabilidade tamanha colocar um domingueiro para acelerar em uma pista minimamente veloz.

    O Laurent Redon, ex-piloto de testes da Benetton, tem também uma empresa que permite ao mero mortal andar em um carro antigo de Fórmula 1 em Paul Ricard. Só que o cara anda por duas ou três voltas em baixa velocidade em Paul Ricard. Se não me engano, um safety-car vai à frente do cara.

    Não, não é trivial. Há muitos ovais utilizados por monopostos mais seguros que Fontana. O de New Hampshire, por exemplo. Andar em oval é um risco.

    “Ah, ela pagou, que faça o que quiser”. É que nem eu criar uma empresa que cobre bem caro para o cara se suicidar com um tiro na cabeça. A lógica é a mesma: ele sabe o que faz e pagou para isso.

  33. Leonardo Soares disse:

    Não sei se alguém se lembra, mas no ano passado a Renault fez uma promoção onde levava pessoas de varios países pra pilotar o carro de 2007 na França.
    Neste evento eles faziam um briefing na parte da manhã e todos partiam para a pista onde pilotavam um Formula Renault cada um, em seguida davam uma volta no circuito a bordo de um Megane de competição pilotado pelo Nelsinho ou pela Di Grasi.
    Só então na parte da tarde após outro briefing e que a galera saía pra pilotar o carro de F1, sendo que um por vez.

    Onde está a diferença? 1 – O circuito era Paul Richard, onde tem áreas de escape como em nenhum outro circuito no mundo; 2 – Todos tinham uma volta de instrução com um piloto de F1; 3 – Todos andavam sozinhos na pista.

    Isso pode ser arriscado, mas é muito menos do que sair correndo em um oval a 250Km/h, vale lembrar que nem o Piquet com três títulos na F1 foi capaz de correr em um oval….

    Concordo totalmente com o Felipe Paranhos…. loucura tem limite. Se existem loucos pra guiar dessa forma, as federações deveriam proibir essas coisas.

  34. Claudio disse:

    Mais insensato ainda é ver garotos de 5 ou 6 anos de idade ainda de chupeta na boca correndo de kart nos campeonatos organizados pais afora.

  35. Paulo disse:

    Ninguém colocou uma arma na cabeça da menina e mandou ela sair acelerando como louca. Cada um sabe os seus limites e responsabilidades.
    Paranhos, não sei que carro você dirige (se é que tem idade para isso) mas com certeza ele chega a 180 km/h. E se você se matar em alguma estradinha sinuosa com seu carro, vai colocar a culpa em quem? Na montadora? Na concessionária? Deveriam limitar a velocidade máxima dos veículos em 100 km/h?

    Gosto de suas matérias, mas todo texto em que exprime suas opiniões é ferozmente rechassado pelo público. Será que é hora de rever seus conceitos? Acho que essa busca medonha pela segurança que vejo em você e em grande parte dos chefões do automobilismo atuais está transformando um esporte da adrenalina em Teletubbies.

    • Felipe Paranhos disse:

      Paulo, não sei se meus textos são rechaçados pelo público. Aqui, por exemplo, tem muita gente que concorda comigo. E, se ninguém concordasse, opinião é opinião. Babaca é quem decide escrever o que acha que os leitores vão apoiar, e não o que acha interessante. E tem muita gente que faz isso pela internet.

      Sobre o resto do comentário, desculpa, cara, mas não sei o que dizer pra alguém que fala em “busca medonha pela segurança”.

  36. Fernando Rees disse:

    Antes de mais nada, seria interessante confirmar que, de fato, os carros ultrapassam os 250kmh. No artigo isso não ficou claro, e muitos dos argumentos aqui, de um lado ou de outro, tomam isso como parâmetro.

    Conhecendo bem os americanos, e o cuidado que eles têm com relação a essas coisas (que não se compara com o Brasil ou Europa de forma alguma), eu acharia estranho que fosse possível tal coisa como descrito. Com “essas coisas”, eu quero dizer que processos judiciais existem por qualquer coisa (menor que seja), e eles são de fato julgados e as coisas acontecem. Para ir num paintball lá, tem tanta checagem e tanta instrução que parece que você vai, de fato, usar armas de verdade.

    Sobre o argumento profissionais vs amadores: eu entendo a lógica, mas o que muitas categorias fazem é muito pouco diferente disso. Na própria Indy, o que tem de amadores pagando e correndo como profissionais é uma brincadeira… mas oops, eis aqui eu me contradizendo, não? (com relação ao parágrafo acima)

    Na moralidade das coisas, não se pode julgar se essa “escola” deveria ou não existir nos moldes descritos. Assina-se um termo de responsabilidade, e pronto: cada um é cada um, e se o amor da vida de alguém é andar a 250kmh em círculos, então que esse sonho seja realizado.

    Alguém aí falou no risco de morte, que sempre existe no automobilismo e tals… eu concordo com isso. Eu acho que nem sempre os próprios pilotos compreendem isso tão bem (sejam amadores ou profissionais). O entender faz parte do próprio piloto. Alguns preferem não pensar nisso; outros pensam, e tomam decisões; e eu diria que a maioria não pensa muita coisa em geral. Mas sendo assim com todos, pilotos ou não, não há como impedir alguém de assinar um termo de responsabilidade, ir lá e ver o que rola.

    Enfim… não pensei muito a fundo sobre tudo isso. Fui deixando meus pensamentos.

    Abs.

  37. CB disse:

    Acho que vou dar este curso “de presente” pra minha sogra… Depois de fazer um belo seguro de vida, óbvio…

    Brincadeira de mau gosto a parte, é no mínimo um contra senso uma empresa estampar no seu site “Safety is our 1st priority” e colocar eu, você ou qualquer um andando em um coliseu da era moderna a mais de 200 km/h depois de um simples briefing…

    Todos somos responsáveis por nossos atos, é verdade, mas devemos ser treinados sempre que não temos experiência e competência para realizarmos alguma coisa, até estarmos VERDADEIRAMENTE aptos à determinada atividade.

    E se ainda assim alguém achar que não é preciso agir de forma prudente e responsável, fique 10 minutos olhando para uma avenida movimentada em qualquer cidade deste país e veja quantos inaptos existem no nosso trânsito.

    É um tesão a idéia de acelerar qualquer traquitana a 250 km/h, mas antes disso vem noções de direção ofensiva, contato com um monoposto com velocidades que crescem conforme os objetivos alcançados pelo aluno. Só então deixa a pessoa entrar em um moedor de carne que são os ovais como Fontana.

    É isso. Abrasssssssssssssss…

  38. Fernando Rees disse:

    Aliás, uma coisa que pensei em um segundo momento:

    A história está meio quente ainda, faltam alguns detalhes importantes, e muitos fatos ainda podem surgir.

    Considerando isso, achei a escolha da imagem ilustrativa do artigo um pouco injusta – parece o Andretti dando um “joinha” e tals, o que bate contra o tema de maneira muito agressiva. Acho que eles não se pronunciaram ainda (como o artigo diz), e portanto é um pouco inquisitório usar essa imagem.

    Com respeito.

    • Felipe Paranhos disse:

      Não foi proposital, nem jocoso. Era a única foto do site do programa com resolução e que mostrava o carro pra colocar aqui no site. Nem me toquei do joinha. Minhas desculpas se pareceu ofensivo.

  39. Douglas "Pee Wee" disse:

    Gozado o Paranhos ficar “espantado” com o tanto de pessoas discordando da idoneidade da matéria… Será que o problema está mesmo nas pessoas?

    “Isso é que não pode acontecer: dar a amadores a oportunidade de fazer algo perigoso, que só profissionais fazem com relativa segurança”.

    Bom, o Otávio Mesquita já dirigiu uma Benetton dos anos 90, bem antes dele começar a correr de Porsche. E ai? Dá pra dizer que o Otávio Mesquita é um “profissional capacitado e apto a dirigir um Fórmula”, melhor do que nós, “pessoas comuns”?

    Conheço um kartista brasileiro com anos de participação em campeonato paulista, que pagou pra guiar uma Prost de 1997 e mal conseguiu sair do lugar com ela, rodou duas vezes em Paul Ricard.. Vá no youtube e veja o video de um jornalista inglês que andou na Honda do Button no final de 2007 e foi apenas 2 segundos mais lento, isso que o cara não corrida de nada e de longe era “profissional”..

    Essas coisas são muito relativas, querer “censurar” isso é radicalismo moralista demais.. Ainda mais no Brasil, onde o conceito de “piloto profissional” é ridículo.. O que diferencia um Edu Guedes, um Otávio Mesquita ou um Luciano Huck correndo num carro de turismo com qualquer outro que tenha vontade? O Flavinho correndo em seu Lada tem mais capacidade que alguém pra dirigir um carro de alta performance? O quê diferencia caras como os citados de qualquer outra pessoa “comum” que tenha vontade de correr? Acho que só a grana..

    Andar num oval é o sonho de muitos, não acho que seria justo acabarem com a oportunidade de “plebeus comuns” como nós, podermos ter essa experiência, por causa de um acidente que nem sabemos como aconteceu (cadê a apuração jornalística Grande Premio??? Só traduzir notícia de site gringo até eu faço).

    Eu assumiria numa boa o risco de participar de uma empreitada dessas… Claro, se algo quebrou no carro ou algum defeito de equipamento, isto deve ser apurado, mas de resto, se a pessoa foi participar disso no mínimo tinha MUITA VONTADE e sonhava em fazer isso… E é melhor morrer realizando um sonho do que viver até os 90 anos sentado no sofá engolindo a vontade de dirigir enquanto qualquer endinheirado que coloque um macacão é considerado “piloto profissional”.

    Na boa, sem querer confusão, mas se for pra acabar com o que é perigoso, é melhor nem sair de casa pra transar pois há o risco da camisinha explodir e nem todo mundo é “profissional do sexo”..

    Não Paranhos, andar num indoor de supermercado não é menos perigoso do que andar num fórmula de fibra de carbono, com um capacete de 2 mil dólares, Hans e macacão anti-chamas, santo antonio e cinto de 4 pontos… Sabia que indoor é mais perigoso que kart profissional, mesmo andando bem menos? O tanque de combustível de indoor é de lata e fica em cima do motor… Geralmente os capacetes oferecidos são aqueles de 30 reais igual de motoboys.. Ninguém usa macacão, o indoor tem aquela proteção de ferro dos lados que não absorve impacto… Os acidentes mais feios que já vi em kart, foram em indoor..

    Como disseram antes, o pessoal ai parece não ser muito do meio não… Ninguém que curta corridas de verdade não teria vontade de dirigir um fórmula, quem gosta DE VERDADE desse esporte tem um parafuso a menos mesmo..

    Como diz o ditado “você não vive até que esteja pronto para morrer”.

    Valeu!

    • Felipe Paranhos disse:

      Não é matéria, é opinião. Contei um caso, baseado em informações da AP (uma das maiores agências de notícias do mundo, senão a maior) e fiz meus comentários a respeito. Saiba diferenciar as coisas.

  40. Diego disse:

    Paranhos,

    O problema é q a maioria aqui se acha piloto, qdo só anda com carro de rua ou kart. Td brasileiro, digo, quase todo brasileiro fala mal do Rubinho, que ele não corre nada e tal. Claro, “todo” brasileiro acha que sabe tudo sobre tudo. Somos o país do achismo. Estamos falando de andar a 250km/h num oval. Velho, o Senna (tio) ficou de cara quando fooi ver um treino num oval, aí vem uns caras que nunca pilotaram nada falar que a culpa foi de quem escolheu pilotar, que eles fariam o mesmo e coisa e tal. Pessoal, quem não é profissional não pilota, apenas dirige. Simplismente isso. E dirigir não é entrar num oval e do nada sair andando a 250kh/h.
    Concordo plenamente com você Paranhos, isso pra mim é um crime.

  41. Rodrigo Cruz disse:

    Já participei desta experiência em Las Vegas. Na verdade, ninguém ultrapassa ninguém. Há um carro guia para cada pagante e uma distância mínima deve ser observada para este carro. O número máximo de carros na pista ao mesmo tempo é 8 (4 pares de pagantes-guia). Paga-se pela velocidade. Concordo que a segurança não é das melhores e o briefing/curso não prepara ninguém! Os carros são automáticos e as mãos ficam o tempo inteiro no volante. Uma fatalidade o que ocorreu mas a verdade deve ser dita!

  42. Atenágoras Souza Silva disse:

    Como as posições aqui giram em torno do excesso de segurança ou o risco irresponsável associado ao direito que o dinheiro dá de comprá-lo, podemos tentar estabelecer limites aceitáveis para que este tipo de experiência acontecesse.
    Porque eu também acho irresponsabilidade comprar carros caros e potentes para fazer merda nas ruas, arriscando, não só a sua, mas também a vida dos outros.
    Se velocidade é uma droga, pe aditiva,, que as pessoas possam consumí-la com responsabilidade, e que pessoas comuns tenham um mínimo de preparo para correr no local correto: Um autódromo.
    Mas deveriam ser observados cuidados que o autor da postagem salientou que não existiram: Treinamento para as pessoas, preparação física ética em negociação de ultrapassagem etc.
    Não adianta tomar apenas os cuidados materiais com a preparação do carro e da pista. O que aconteceu aqui não passa de açougue humano para carne elitizada!

    Um grande abraço do fundo do meu coração vermelho de outubro de 1917,
    Atenágoras Souza Silva.

  43. rodrigo p. disse:

    claro que só vai quem quer… mas realmente é ridículo dar carros como estes na mão de leigos… é como dar uma faca pro cara se matar.
    Poderiam fazer esse tipo de atividade com carros mais lentos e rodas protegidas (que é a principal falha de segurança dos atuais monopostos), aí sim seria mais tolerável.

  44. Rafael Apache disse:

    Pular de paraquedas, bungee jump, beber até entrar em coma alcoolico, também são coisas arriscadas que qualquer leigo pode fazer e não têm nem de perto a estrutura que existe no empreendimento do Andretti ( pronto atendimento médico na pista por exemplo). Todos que estão lá sabem dos riscos a que se expõem e ao que podem expor os outros participantes.

  45. Ricardo disse:

    claro que qualquer um que goste de corridas teria vontade de fazer uma proeza dessas,mas concordo com o Paranhos que dar um carro desses a um amador é uma total irresponsabilidade;poderia existir algo assim mas destinado a pessoas que pelo menos tivessem um curso de pilotagem

  46. Maurício Stork disse:

    Meu Deus quanta besteira eu li aqui………… Em primeiro acho um absurdo este Car Indoor para amadores, sou piloto amador e não concordo com essa “escola”. Se um carro de competição fosse para amadores então para que existiram as categorias de base do automobilismo!!!!!!!! vocês sabem porque elas realmente existem????? o kart, F3, GP2 e outras????? vocês sabem qual a VERDADEIRA função delas????? ensinar ao poucos um pessoa a se transformar num piloto de verdade. Qualquer pessoa para pilotar um carro de competição deve conhecer primeiro o seu limite e o limite da máquina!!!!!

    Abs

  47. marcão disse:

    Tá todo mundo falando um monte de coisas mas, alguem sabe como é o comportamento de um monoposto?
    É simples se acelerar demais o carro patina, ou roda sobre os eixos.
    E pra para precisa saber reduzir, e pra fazer certas curvas tem que acelerar pra tracionar senão o carro vai reto…

    Entre outros detalhes mais sérios….
    Pra sentar num carro que chega aos 250 km/h com pneus lisos é preciso no minimo um pouco de pratica em outras categorias menores, desde o kart até os monopostos mais simples e menos veloses…

    Não é assim tó pilota lá, acelera e pronto. Tem que saber cambear, saber bater, por que pode quebrar uma suspenção, furar um pneu, perder um aerofólio, etc…

    Ai nesse caso, pode ter tido até fatalidade mesmo, mas não justifica….
    Pelo que a gente sabe desses carros, não tem controle de tração nem cambio semi automático, é na sequencia mesmo, e precisa da embreagem…

    Imagine vc a 200 ou 180 ou ainda a 150 por hora, erra uma tomada e pisa primeiro na embreagem pra depois travar as rodas.. Só um muro ou barreira de pneus pra parar…
    Alguem sem o preparo fisico nescessário já corre o sério risco de quebrar o pescoço, só ai…
    Então é pura inrresponsabilidade sim, é um caso de policia pois é crime premeditado….

  48. Halexandre disse:

    Como já foi dito várias vezes: “É brincadêra!!”. É o horror mesmo, ou melhor, o terror. A diferença é que o $$$$$$ tá rolando, então pouco importa a vida das pessoas.

  49. Pietro Perizzollo disse:

    obvio que ela sabia dos riscos, é a mesma coisa que culpara a fabrica de cigarros, o fumante fuma por que quer, precisa ser fumante profissional pra fumar?

    eu nao exitaria de andar nesse carro se tivesse oportunidade, se a milka duno ponde andar na indy eu também posso

  50. Claudio disse:

    Lá, pelo menos isso é feito em um autódromo. Aqui em São Paulo, Felipe, os “pilotos urbanos” fazem pior ainda. E muitas vezes, bêbados. Mas como dizem nossas respeitosas autoridades, o importante é a cadeirinha no banco traseiro. Até dirigir bêbado já pode.

  51. Alexandre A. C. Resende disse:

    Viver é arriscado. Pelo menos ela morreu vivendo uma emoção que queria. Quantos não morrem bestamente de bala perdida, acidente de carro provocado por outros, atropelamentos. Morreu bem, que Deus a tenha.

  52. Cara, o pessoal que não ahca nada de errado alguém pegar um monoposto, andar a 250 por hora e se arrebentar em um muro de Fontana, 1° não entendeu que esses carros, por mais resistentes que sejam, não são totalmente seguros, e que pessoas não preparadas estão sujeitas a muito mais riscos que pilotos que estão preparados, fisicamente inclusive, para lidar com esses carros e possíveis acidentes; 2° uma insensibilidade do tamanho do mundo, bem expressa nessa atitude “que se dane”; 3° não entenderam que é uma tremenda loucura organizar esse tipo de atividade para pessoas comuns, é quase um “rachão” em um autódromo, sem preparação, ainda mais em um lugar perigoso como Fontana – que, aliás, foi onde morreu o Greg Moore e o Kenny Brack teve sua carreira terminada.

  53. Walter disse:

    Felipe, menos….
    Sua opinião foi dada, mas respeite quem não concorda com ela.
    É perigoso pra caramba sim. Mas não menos que amadores disputando a Pick-up Racing e o Mini Challenge. Não menos que os amadores que disputam as 24h de daytona e tampouco os amadores que disputam as 500 milhas de kart da granja viana, que proporcionalmente pode nao chegar a velocidades como esta, mas são altissimas.
    Seu ponto é bem colocado a exceção do exagero, que aliás é comum aos redatores do site Grande Premio. Por sinal um otimo portal de notícias, porém precisa aprender que não é o dono da verdade.
    abs
    Walter

    • Felipe Paranhos disse:

      Me aponte um momento em que eu faltei com o respeito com alguém. Acho até que tenho paciência demais com gente que acha que, por estar no teclado de seu computador, pode ofender alguém, dizer palavrões e outras babaquices.

  54. Junior disse:

    Desculpe Felipe, mas também vou ter que comcordar com o pessoal que não condena a idéia, mas por outro lado, também concordo com você que chamar de escola realmente é ridículo, isso ai não forma piloto nenhum. Se trata de uma diversão para pessoas que tenham dinheiro, é perigoso, mas quem vai para lá sabe no que está se metendo.
    Quanto a pessoas despreparadas, qualquer um que tenha dinheiro pode comprar um super esportivo para andar a 300km/h na rua, colocando inocentes em risco, é contra a lei, mas pode fazer. E pode fazer isso tendo tirado a carteira de motorista ontem, dirigindo um Gol 1000, ou até mesmo sem ter carteira de motorisra. Vamos proibir a venda de Ferraris, Porsches, etc?
    Pelo menos na “escola” Andretti, quem está lá, está por vontade própria, e sabe dos riscos envolvidos.

    Quanto a dispensar o Castroneves… qualquer um tem o direito de dirigir um carro a 250km/h em um autódromo particular, é só ter dinheiro, mas fazer isso próximo de 100% do rendimento do carro, dai é pro Castroneves.

    • Felipe Paranhos disse:

      Entendi seu ponto de vista, Júnior. Só que, com carro de rua, não se pode fazer. É justamente porque é feito que morrem milhares todos os anos, alguns inocentes. Não é porque tem gente que faz merda no trânsito, arriscando sua vida e a de inocentes, que se deve permitir que gente despreparada faça isso num autódromo.

  55. Douglas "Pee Wee" disse:

    Ah e mais um argumento de como brasileiro NENHUM tem direito de ficar bradando que só “piloto profissional” pode fazer tal coisa..

    A nossa querida DÉBORA RODRIGUES é piloto profissional, não é? Antes de acelerar um caminhão de três toneladas a quase 200 por hora, o que ela fez? Nem de indoor ela deve ter andado, se bobear o máximo que fez foi dirigir uma Kombi no assentamento do MST..

    Mas é o tal negócio, no Brasil qualquer um mete um macacão e já é “piloto profissional”, agora se um “zé ruela” sonha andar num oval, paga por isso e faz, ah, está cometendo um crime..

    Bela ótica da nossa mídia..

    • Felipe Paranhos disse:

      Seu comentário só mostra que a leitura que você fez foi equivocada. Eu não disse que uma pessoa comum que paga pra correr está cometendo um crime. Disse que é um absurdo que alguém conceda essa oportunidade sem dar preparação suficiente.

      Não sei como a Débora Rodrigues se tornou piloto profissional. Mas, com certeza, não foi do jeito dessa moça que morreu.

  56. Valdner disse:

    Impressionante a quantidade de gente que defende esta irresponsabilidade, é por isso que as estradas brasileiras estão uns verdadeiros abatedouros. As pessoas que assumem os riscos são irresponsáveis, óbvio, mas uma empresa que possibilita e permiti que estes amadores coloquem as mãos em um carro tão veloz sem nenhuma noção de pilotagem está querendo ver carnificina mesmo.

  57. Fernando disse:

    Boa noite, prezados, entendo que a questão é legal, se existe o serviço disponibiizado a todos é porque alguém autorizou, entendo que o risco de acidente no caso de amadores é imensamente maior do que entre profissionais(aqueles que participaram de escola de pilotos de automóveis). As pessoas que buscam este tipo de serviço certamente não tem idéia do risco que correm, contudo, optam por participar de algo legalizado dentro daquele País.
    Entendo que é extremamente perigoso oferecer este tipo de serviço sem qualquer preparação e limite, ademais os autodromos ovais, são extremamente perigosos.
    Eu não me arriscaria a andar em um carro de corrida sem a devida preparação, nem no 69 do Flávio Gomes que não deve chegar aos 200km/h, é questão de coerência e preservação, que é muito bom correr, não tenho dúvida, pois, já andei, mas com muita preparação antes, esse negócio de pilotar carro de corrida não é fácil não

  58. Rui disse:

    Não sei o q me espanta mais: o ocorrido na “escola” do Mario ou o povo aqui achando q o oval de Fontana é igual ao kart inddor da sua cidade, a 250 por hora até o kart indoor fica perigoso para amadores, quanto mais um oval .

    qto a decisão da menina de ir lá de livre e espontanea vontade e assim isentar a empresa de culpa, então por esse raciocínio os traficantes de drogas tb nao tem culpa de nada, pq compra droga quem quer.
    é cada uma!

  59. Raniero disse:

    Concordo com os comentários de Dirk Lindeke e Conrado Andrade. Realmente se você compra uma Ferrari ou um Porsche, um dia você vai acelerar a mais de 200 km/h, e o pior: numa estrada comum ou no melhor das hipóteses numa autoban européia. A maioria não é piloto profissional, mas assume o próprio risco e ninguém diz nada ou tem nada a ver com isso. Aí vem certos jornalistas criticar uma escola criada por uma lenda do automobilismo, um cara que realmente entende do assunto, muito mais experiente e conhecedor dos riscos e perigos desse esporte do que qualquer um de nós, e que com certeza não é burro para não atender os critérios internacionais de segurança e ter um respaldo legal e por escrito de quem se submete a esse tipo de atividade. Não se esqueçam que estamos falando de uma escola nos EUA e todos sabem que para qualquer coisa vir a funcionar por lá será muito bem fiscalizada antes de ser dada a permissão para entrar em atividade. Além do mais, correr de qualquer coisa nos circuitos brasileiros é muito mais perigoso.

    • Felipe Paranhos disse:

      Você já viu alguma corrida da Usac? Desses ovais de terra? Para dizer que “para qualquer coisa vir a funcionar por lá será muito bem fiscalizada”, que tem segurança e tal, não deve ter visto.

  60. gustavo disse:

    Nossa , quanta gente sem cerebro
    Quer dizer que o fato de assinar um termo a torna a unica culpada por sua morte.

    Ate parece que uma pessoa leiga pode mensurar o risco que corre pilotando um determinado automovel em um determinado autodromo, ate o fato de pessoas compararem com para-quedas e etc.. mostra como é dificil mensurar.

    As leis e o estado sao feitos para proteger o cidadao inclusive de sua propria ignorancia

    ” assinou pode morrer ” que mentalidade, voces parecem ate brasileiros

  61. Sansquer disse:

    Concordo que é meio irresponsável por parte da Empresa (OK, isso não é escola) colocar várias pessoas juntas disputando a uma velocidade tão alta. Kart indoor é perigoso, sim mas não chegam a velocidades absurdas e as pistas não são ovais onde a aceleração e tangencia são constantes.
    Paraquedas dirão outros, mas nunca vi 2 pessoas pularem juntas para competir quem puxa a cordinha por último…

  62. Ronaldo disse:

    É Felipe, me parece que ninguém, ou pelo menos a maioria, não entendeu seu ponto de vista.
    Como disse o Alexandre FS, tem gente que acha que pilotar é o mesmo que dirigir…

  63. Rodrigo disse:

    Acho que os carros têm que estar no padrão de segurança da Indy…e só. Daí para frente não vejo tragédia, só assumir riscos. Isso pode acontecer, todos sabem…Ela sabia…e tenho certeza que ela não reclamou nada pra São Pedro quando chegou lá em cima.

  64. Lívio Pinto disse:

    Sou piloto de Kart e advogado, quando chego a pista para treinar e percebo que tem pessoas andando na pista que não estão preparadas para tanto (habilitadas) não treino, é muito perigoso!
    Quem entrega um carro de corrida que pode atingir uma velocidade de 250 km/h a uma pessoa que não está devidamente HABILITADA para pilotar, e esta pessoa vier a falecer, o proprietário do carro pode ser processado por homicídio CULPOSO!

  65. Arthur Cavalcante disse:

    Pq os redatores desse site são tão chorões? Me lembram as discussões quando eu era mlk pra ver quem é mais macho ou melhor em algo… sei lá… kkkkkkk. Deixa o povo comentar o que quiser cara… é a tal da democracia… da liberdade de pensamento que o vosso líder petista tanto preza… eu hein. Comentários imbecis? Fazem parte, ora… Ninguém aqui é dono da verdade… ninguém… nem eu, nem os redatores, nem o povo que comenta… cada um fale o que quiser! No dia que o GP falar mais de corrida e deixar as “ironias humoristicas” de lado, talvez seja levado mais a sério…

    • Felipe Paranhos disse:

      Se eu não deixasse que comentassem o que quisessem, simplesmente deletaria os comentários, não aprovaria. É exatamente porque acho que o blog é um espaço para discussão que respondo os comentários.

      Depois me explica o que são “ironias humorísticas”.

  66. Lucas disse:

    250 km/h, acidente em velocidade muito inferior a esta causam traumas em profissionais que possuem condições físicas muito melhor que um ser normal, estes profissionais passam por testes de resistência física entre outras preparações para terem autorização da FIA para correr. Agora me aparece uma “escola” e coloca uma pessoa que sabe se lá já andou ao menos de kart? o certo é… nenhum ser não atleta tem preparo fisico para suportar tamanha desaceleração…o carro pode ser seguro…mas seus orgãos não são….

  67. Bruno disse:

    Mesmo que a possibilidade oferecida pelo Racing Experience seja aberta pra todo mundo que esteja disposto a pagar por isso e partindo do pressuposto que a pessoa esteja ciente dos riscos, pilotar um monoposto a 250 Km/h sem as vezes o mínimo de preparo de pilotagem é algo temerável…

    Não é por que é opção, responsabilidade e ciencia dos riscos de cada um que um cidadão vai anunciar no jornal que aluga a arma para prática de Roleta Russa…

    Podia fazer como faz uma empresa na França (eu acho até que a AGS – antiga equipe da F1 – que oferece a possibilidade de pilotar carros de F-1 mas como um mini-curso de pilotagem e com desempenho controlado e monitorado)…Pode ser sem graça, pode até ser…Mas pelomenos a graça não acaba desse jeito como o da Ashley…Não é pra qualquer um isso aí…

  68. Sérgio Reis disse:

    Não sabia que tal coisa existia, mas admito que ja me imaginei em algo parecido, mas com carros de F1.. só pra saber como é…

    Entendo a opinião do Felipe, mas não concordo com a comparação de que somente profissionais podem correr a 250 km, e que neste caso seriam dispensados pilotos como “Castoneves”, pois eles não são contratados porque conseguem andar com segurança a 250 km/h, mas pq fazem isso com mais perfeição e mais rápido na relação curva e retas do que 99,999% das pessoas.

    mas acho temerário fazer corridas entre amadores nessas condições, pra mim os pilotos de final de semana deveriam andar sozinhos, COMPETIR com apenas
    algumas orientações é realmente uma irresponsabilidade.

  69. João Guerra disse:

    essa historia de botar amador pra correr em oval a “em tese” 250 km/h achei meio de jerico

  70. Ricardo Naxo disse:

    Felipe, concordo com o seu ponto de vista. Numa escola de pilotagem, você vai aprendendo com carros pequenos até chegar a velocidades maiores, por um motivo simples, educar o seu cérebro e o seu corpo a lidar progressivamente com velocidade. Para isso server o Kart, F-3, F-Renault ou F-BMW e F1, são etapas, raros são os casos de quem saiu do Kart e foi para um F-1. Até o Raikkonen, saiu do Kart, F-Renault e F-1.
    Dar para um pessoa um carro que ela nunca pilotou, que ela não sabe as reações do carro, os comportamentos, por mais que a pessoa assine, é assassinato.
    Pergunte aos sábidos aí em cima, se uma TAM, joga um A320 na mão de um piloto acostumado com um mono-motor. O principio para voar é o mesmo. Voa?

  71. Eduardo Aranha disse:

    Fiquei impressionado com a maioria dos comentários. Passa de qualquer limite do bom senso. Defender o vale tudo em nome do “que sabia do que poderia acontecer” é um comportamento absolutamente alienado. Não se pode confundir o desejo de pilotar com porralouquice. O caminho é óbvio, frequente uma boa escola de automobilismo.

  72. adelson travassos disse:

    estou com felipe paranhos, me parece irresponsabilidade de quem aluga, talvez ela morresse num acidente de transito, e acabou ”morrendo” junto aos andretti, as aspas sao porque somos eternos, tudo se transforma…

  73. Tancredo disse:

    experience o que??? só se fosse andando sozinho, dividir um oval com esses brações que dirigem por ai que freiam na curva!! de jeito manera!! isso sim seria suicidio!! sô.

  74. André Lima de Almeida disse:

    O que eu acredito é o seguinte:

    – Todo jornalismo BOM deve se pautar pelos fatos.

    FATOS
    – A pessoa morreu nas ocasiões de estar numa pista.

    DÚVIDAS
    – Velocidade do carro no momento do acidente?
    – Condições do acidente?
    – Dividia curva com alguém?
    – Foi em reta?
    – Bateu de frente? Houve alguma quebra no carro?

    Caso não tenha estas dúvidas respondidas, não é informação. É apenas uma opinião.

    E com relação a uma opinião, concordamos ou não. Aí quem posta a opinião concorda ou não também.

    Com relação à OPINIÃO acima, eu concordo no aspecto de segurança.

    Um serviço particular é oferecido à pessoa que ali quer apenas diversão. Não há pilotos profissionais ali, então, a premissa é realmente diversão. Como numa montanha russa, onde as pessoas sabem de certos riscos, mas mesmo assim topam. A diferença é que você não dirige um carrinho numa montanha russa.

    Nesse aspecto “segurança”, quem deve revisar se o serviço está bem prestado? Acredito que sejam as autoridades do Estado. Afinal, é um serviço de entretenimento, como qualquer outro, que deve ser submetido à aprovação prévia das autoridades para funcionar.

    Mas, veja bem: em relação às condições de segurança de pista, creio eu, são as mesmas condições apresentadas aos pilotos profissionais, então, eu penso que a melhor atitude para manter a segurança é não permitir ninguém de correr.

    Então, se está aprovado pelas autoridades e todas as medidas recomendadas de segurança foram tomadas, não há razão para condenar a empresa.

    A menos que se mudem as regras de segurança para “civis” conduzindo um carro com esse tipo de potência.

    Concorde ou não, essa é a minha opinião.

    Só existe um crime se existe lei prevendo.

    Só existe coisa errada quando foi deixado de cumprir aquilo que já existe como certo.

    O que pode acontecer é alguém “iluminado” alterar as regras de segurança para civis, com base nas reflexões do acidente… Mas sem causa raiz, e sem uma análise profunda, fica difícil saber o que realmente aconteceu.

  75. TC disse:

    Caro Paranhos, péssimo titulo e texto infeliz. Carros de corrida sempre mataram e vão continuar a matar, faz parte da brincadeira…para amadores ou profissionais

    abrçs

  76. Marcio Cordeiro disse:

    Apoio inteiramente a opiniao de Felipe Paranhos.

    Tive um exemplo classico em casa do que é a diferença de um profissional e um amador fazer qualquer coisa.Meu cunhado estava com problemas de aquecimento no motor de seu carro.Ciente que fora mecanico de autorizada mas nao atuando mais no ramo de automoveis e sim de helicopteros,ele me questionou se era facil abrir um motor.Singelamente respondi.Abrir é facil,o dificil e fechar funcionando.Resultado:um carro parado a mais de um ano,e aquela cara de cachorro quando cai da mudança pra eu dar um jeito na situaçao.O mal do ser humano é querer diminuir o que os outros fazem pra mostrarem que sao os bons.Errar a 250 km/h é bem mais arriscado que errar ao torquear um motor erradamente,porem no motor,o candidato a sabe tudo tem a opçao da resignaçao,ao contrario do erro a 250 Km/h que so tera a opçao da resignaçao no céu(ou no inferno,dependendo da divida divina do sujeito)

  77. Vocês perderam a cabeça? Na Rússia, por alguns milhares de doletas você pode voar num SU-27 ou MIG-29. Pilotando? Óbvio que não.

    Quando li a chamada para o Blog pensei que era num daqueles carros de dois lugares, mas que nada. Esse pessoal é louco?

    Se fosse um curso de pilotagem, com algumas aulas, ambientação e tals, beleza, mas assim??? Em Fontana??? Isso é um caminho para mortes…

    Um dos melhores pilotos que vi na Indy, era especialista em oval e fera mesmo, extremamente profissional morreu lá (Greg Moore), o que dirá de amadores que só dirigiram seus carros de passeio.

    É óbvio que sou doido para andar nesse brinquedinho, mas não tenho competência técnica para isso. Para andar, teria que fazer aulas e me adaptar coisa que não fazemos em um dia só. Mas se a Bia Figueiredo der as aulas, acho que aprendo mais rápido hahahahaha

  78. M JUNIOR disse:

    Paranhos, toh contigo! É um absurdo um negócio desses estar na ativa, vamos tomar como base um piloto profissional iniciante que paga cerca de R$3.000,00 (isso só pra começa) no curso de pilotagem e passe alguns meses treinando de forma progresiva e mesmo assim só aprende o básico, ai sim concordo que um cara desses possa guiar um dos carros do Mário Andretti.
    Corro de kart umas três vezes por mes em Cotia e já presenciei varios acidentes e relamente não há como comparar com essa trajédia.
    A RESPONSABILIDADE É DE CADA UM SIM!!! MAS CADÊ A RESPONSA DE QUEM VIVE DISSO??? E QUE SABE MUITO BEM DOS RISCOS ENVOLVIDOS…hein??

  79. Matheus disse:

    Escola de inglês ensina inglês.
    Escola de português ensina português.
    Escola de pilotagem tem no mínimo que ensinar a pilotar.

    Se tentaram ensinar e a moça não aprendeu, morreu e a culpa é dela de ultrapassar os seus limites ou os limites do carro.
    Se não ensinaram e simplesmente deram um carro, que não deve custar pouco e chega a 250km/h pra ela e ela passou dos limites dela ou do carro, morreu e a culpa é dos dois.

    Agora, só uma pessoa sem cérebro entra em um carro sem noção nenhuma de pilotagem e crava 250km no ponteiro e acha que vai viver pra contar. Caberia ao aluno cobrar mais instruções!!
    PS: Em Sp tem lugar que aluga kart 2t por pouco mais de R$100 que chega a 140km/h. Será que é menos perigoso do que o monoposto da foto??

  80. Brasileiro disse:

    Pena que ainda exista tanta discriminacao…
    Por que nao podem haver tais escolas? Por acaso todos os pilotos comecaram sabendo? Algum dia eles foram novatos, correram sem nunca ter chegado a 250 km/h. Eu tive oprtunidade de chegar a 270 km/h numa estrada na Alemanha. Nunca tinha feito. Nada aconteceu. Num lugar publico, basta ter o carro, eh legal naquele pais. Pulei de Bang-Jump (nao sei se escreve assim) mas a corda podia ter arrebentado. Assinei que sabia disso. Eu QUERO ter o direito de experimentar, de pagar pra ir ao espaco, por exemplo. Eh a minha vida, e faco dela o que quero, livre arbitrio, esta ate na Bilblia! Proibir SEJA O QUE FOR nao eh o correto. Pode-se limitar a lugares especificos, como eh o caso, mas nao se deve PROIBIR. A lei seca americana provou historicamente o que acontece quando vc proibe uma coisa que alguns (ou muitos) querem fazer. Deixe de ser retrogrado e aprenda que a evolucao eh o caminho natural, Felipe, por favor!

  81. antonio seabra disse:

    Para dar uma opinião sensata não basta conhecer o fato. Seria preciso conhecer as regras do teste: é feita um avaliação previa do “piloto” ? As velocidades vão sendo aumentadas gradativamente, fazendo-seavaliações do “canditado” a piloto ?
    Enfim, a coisa pode ser bem feita, dentro dos “limites” de segurança possiveis. Acredito que o Mario Andretti não se envolveria num programa de “assassinato coletivo”.
    E, se for assim, se a coisa for bem feita, só pode ser contra quem não gosta de automobilismo !
    E quem não gosta de automobilismo deveria escrever sobre Corte e Costura !!!!

    Antonio

    • Rodrigo Brayner disse:

      Pô bicho, grandississimo comentário: Uma Pessoa como Mario Andretti, muito conhecida no meio não faria isso; Gostaria de ver se fosse aqui no Brasil e se isso acontecesse com o Ayrton Senna, rs… queria ver se iriam escrever matérias como essas…

  82. adelson travassos disse:

    sorry,…obs. eu tambem gostaria de alugar a lola, o q fosse.

  83. Rodolfo disse:

    Impressionante a idéia da galera. Imagino que devam defender que acabem com os limites de velocidade das ruas e estradas, pois, se “cada um sabe do risco” e “ninguém obrigou” vc a sair na rua…
    Na verdade o que eles acham é que quem tem dinheiro pra pagar pode tudo.

    • Terence disse:

      Pow, voce está lendo comentarios de quem? Pista é para corridas.

      Se voce entra na pista, suponha-se que voce sabe o que esta fazendo, ou ao menos tem noção. Acidentes acontecem, vemos pilotos de Indy e de F1 morrerem de vez enquando, antes era todo ano.

      Tambem acho que faltam dados do problema para comentarmos melhor. Todo caso, se fosse no Brasil ia ser um bafafá danado, aqui é o país do sensacionalismo, tudo é exagerado ao extremo, vejam o caso Bruno, o cara esta preso a trocentos dias sem provas contra ele, varios habeas corpus negados sumariamente, o cara com emprego, residencia fixa, etc.

  84. jefferson disse:

    ESTAVA NUMA PISTA DE CORRIDAS E NAO NA RUA ENTÃO NÃO HA O QUE DIZER

  85. Nem li o que pode ter sido comentado à respeito da notícia, pode até ser até, que alguém já tenha tido a minha mesma opinião manifestada abaixo ou não. Mas, pelo “tom” do autor do texto, parece-me que o mesmo é contra esse tipo evento.

    Acredito, que o autor prefira que os candidatos à “pilotos” dêem vazão aos seus instintos “pilotando” seus próprios veículos particulares pelas ruas das grandes cidades (como ocorre no Brasil e em muitas cidades terceiro-mundistas do mundo), pondo em risco sua própria vida e pior a de inocentes que nada têm a ver com o “tesão” por velocidade do candidato à “piloto de corridas”. Pois, se eu fosse algum tipo de autoridade do setor de trânsito no país, incentivaria esse tipo de empreendimento, ou seja: Quem quiser apostar corridas que o faça em “autódromos” ou coisa que o valha, colocando em risco somente a sua própria vida e a de outros do mesmo “naipe”. Morreu, paciência, estava lá por vontade própria, coisa que não acontece com simples transeunte ou outros motoristas nas vias públicas vítimas desse tipo de “piloto”. Se concordam ótimo, se não…

  86. Marcos disse:

    Bom nao sei o que pensar. Penso que essas escolas devam sim existir, mas tb acho q devem ter critérios para os “alunos” aptos. Por exemplo a “escola” oferecer 4 ou 5 carros diferentes, p cara pilotar no carro TOP ele deveria ter antes passado pelos inferiores por x horas etc etc e ficar lá arquivado sua performance… enfim..
    mas em todo caso, se existem escolas de paraquedismo p amadores, o que pode ser mais perigoso? nao adianta ta amarrado a um proficional, q se nao abrir, nao abre p dois e morrem os dois…
    Abrs!

    • Terence disse:

      Para isso existe o Kart, que apesar de não chegar a 200km/h, acho até mais perigoso que um formula qualquer, e todo formula passa de 200km/h até o carro da Equipe Formula Cefast do Cefet MG passa disso.

      Agora quem ja andou de Kart sabe, é mais de 100km/h e se capotar voce esta ferrado.

      Qualquer um com habilitação, uma boa orientação, umas 2 ou 3 voltas “acompanhado” e umas horas de treino está apto a correr numa pista nessa velocidade, e outra, quantas vezes e quais treinos essa moça fez? Ninguem levantou isso e ja sairam metendo a lenha na escola de pilotos.

  87. André disse:

    O melhor piloto da história morreu num acidente em corrida. Outros grandes corredores morreram na pista, ou sofreram acidentes gravíssimos, que até encerraram suas carreiras, como, por exemplo, o Zanardi. Colocar amadores num “test drive” a mais de duzentos por hora, é absurdo.

  88. Henry disse:

    Soube que há algo parecido na NASCAR. Mas ACHO que se corre sozinho na pista, sem ‘adversários”. Não sei o tamanho do perigo. Talvez seja menos perigoso que esse lance do Mario Andretti.

  89. Thiago Silveira disse:

    Concordo em partes contigo. Acho que pessoas normais não devem ter essa oportunidade a menos que tirem uma licensa para isso com todo o devido treinamento que é gradual. Acelerar um carro desses não é pra qualquer um!

    Mas sinceramente, qual é a diferença disso e de uma moto que vai a 300 Km/h ou de um super carro que tu pode alugar e andar em uma auto ban e legalmente pisar até onde o carro aguenta. Isso deveria ser proibido também.

    Entre os dois, prefiro que estejam em um autódromo, onde o ambiente é controlado, não tem gente na contramão – apesar q aí era capaz de ter até..hehe.

    Complicado, sou a favor de ter isso, mas talvez que o controle seja maior.

    Abs

    • Felipe Paranhos disse:

      Autobahns só existem em um lugar do mundo. É uma exceção, não dá pra levar em conta. Fora de lá, excesso de velocidade é proibido.

  90. Alcaide disse:

    É, vamos montar empresas que aluguem AR-15 e AK-47 para darmos tiro ao alvo nos parques de diversão e nas quermesses das festas de largo. Motorista comum alugar um carro para correr em um circuito profissional, sem a mínima experiência e com uma infra-estrutura que pode ser questionável é a mesma coisa. No mundo onde impera o poder do capital, vende-se tudo, inclusive o direito de morrer de maneira espetacular. Realmente é um horror. E a maioria das respostas lidas aqui atestam o nível de banalização a que a vida chegou. Como li em uma das respostas: “… morreu, morreu…” Não tem problema, se morreu aguarda a próxima chance de voltar à vida, como se fosse simples assim. Impossível não citar Gilberto Gil: “A raça humana, uma semana, trabalho de Deus…”

    • Terence disse:

      Thiago Silveira, cara Autobahns tem limite sim, é limite minimo, voce não pode andar abaixo de determinada velocidade, senão é multado e/ou obrigado a sair da estrada. Pois, foi provado por diversos estudos que a velocidade não é o problema na estrada e sim a diferença dela, todos os carros a 200km/h não oferecem grandes riscos, porem um carro a 100km/h e o outro a 200km/h é um perigo enorme, ja viu um teste que mostra a distancia de parada a 60km/h e 70km/h? Depois de ver esse teste lembrei do dia que bati de moto na traseira de um Corola, eu estava a uns 60~80 metros dele, porem a 80km/h numa via de 60km/h, o transito parou na faixa da direita e o fdp jogou o carro para a minha faixa e eu acelerando na do meio, juntei a XL250R no freio, que já não é uma maravilha, e a danada foi arrastando as duas rodas até bater, pois, não havia como jogar para esquerda, tinha um carro do meu lado, voi só ver a traseira do corola crescer, ai quando vi a batida, liberei os freios e bati reto, nisso o carro do lado diminuiu, o suficiente para nao passar por cima de mim apos a moto ser jogada para a pista esquerda, mas, não tinha como desviar. Diferença de velocidade, perigo na certa.

      Desde que seja num local proprio para tiro, como um stand preparado para dar segurança, como os da PF, não vejo problemas, qualquer um com um pouco de orientação pode atirar com essas armas ai tranquilamente. Igualmente, pista é local de corridas, discordo de todos que vão contra o projeto, só deixo uma observação quanto a seguranca e capacidade do piloto para pegar um carro de maior potencia, como não tenho dados, só no achismo e na fraca materia que li aqui, não tenho como ser contra.

  91. Thiago Silveira disse:

    Nesse caso, a “escola” do Andretti é uma excessão tanto quanto uma autobahn. Se tu quer correr de Indy, vai pra escola do Andretti (EUA). Se quer pisar a 300 Km/h legalmente em uma Ferrari, vai pra uma autobahn (Alemanha). Nos dois tu pode alugar um carro por um dia e não precisa ter carteira de piloto. Um é ambiente controlado e o outro é na estrada.

    E sobre o excesso de velocidade, porque temos carros no Brasil que chegam a mais de 200 Km/h? A maior velocidade máxima de estradas no Brasil é 120km/h (salvo engano, mas não passa mto disso). Com 20% a mais de velocidade para ultrapassagens a velocidade é 144 km/h – nenhum carro deveria passar disso no Brasil. Ou se quiser compra um carro que vai ser tratado como carro de corrida e não pode trafegar em ruas e estradas. Se é proibído deveria ser proibido na raiz, não tem razão de ser.

    Num circuito fechado com um carro de corrida fica muito óbvio o erro, mas no nosso dia a dia já estamos acostumados.

    Sds

  92. Luciano Silveira disse:

    Leia, pesquise, faça o tema de casa. Os carros tem limitação de RPM (em 7000RPM), não tem torque algum, e usam uma configuração de downforce “bizarra”.

    Na comunidade do iRacing existem pessoas que fizeram este “Racing Experience”. O veredito: “boring”. O carro não anda, e parece que se está a 100km/h em uma rodovia. Não se chega nem em algo que possa se chamar minimamente próximo a um nível de perigo.

    Ainda, existe um instrutor na pista, que não pode ser ultrapassado.

    Dito isso, não acho que uma pessoa possa sentar em um F-Indy (mesmo com todas essas limitações, que a fazem ser ‘brincadeira de criança’) sem antes ter um GRANDE briefing, e aclimatação com o carro, de forma gradual, até poder se chegar em velocidades rápidas. (exatamente como funciona a Skip Barber School, ‘escola’ deste fórmula que qualquer um pode fazer nos EUA, dura 3-7 dias).

    E mesmo aí, existem riscos. Existem casos de acidentes com membros quebrados mesmo em baixíssima velocidade. Mas gente: é um carro de corrida. Existem riscos.

    Ou você acha que está livre de um acidente GRAVÍSSIMO ao andar de kart 13hp na Granja Viana, por exemplo?????????

    • Felipe Paranhos disse:

      Luciano, como disse, me baseei em informações do próprio site da empresa e na reportagem da AP. Pelo que vi, você pode ou não ter o instrutor à frente.

  93. Carlos Jr disse:

    Normal e eu correria também, conta os votos prós e contras…. e diz o resultado, acho que você faz parte da minoria.

  94. Rodrigo Garcia disse:

    Eu participei em janeiro do Richard Petty Drive Experience ( como vc pode ver no link http://twitpic.com/yy6sd )
    La eram carros da Nascar (nationwide) e eu achei o programa muito seguro, foram feitos varios testes, passaram varios videos. Só q lá vc seguia um instrutor na pista, acelerava conforme o carro dele piscava luzes verdes e freava qdo acendiam as vermelhas… Antes nós ficamos cerca de 2 horas esperando a secagem completa da pista, pois o programa comecava cedinho e estava muito muito frio o q causava aquela grande humidade… Enfim, no meu caso o programa foi super seguro, cheguei perto dos 250km/h e eu recomendo a todos… ahhhh dirigi em Daytona…

  95. Erick Rabello disse:

    Na minha opinião isso é um ridiculo e total absurdo, canso de ver jornalistas que vão guiar um F1 por um dia, antes passarem por varios modelos até chegar no F1. Corre num oval ja é perigoso acima da media, num oval como Fontana pior ainda, com um carro que não é nem um F1 e nem um Indy que são os Top de segurança e com outras pessoas junto?

    Cara eu amo corrida mas não sou ingenuo…tão fazendo dinheiro vendendo uma ideia suicida, realmente lamentavel existir isso, 24 anos, morreu estupidamente, por NADA!

    • Terence disse:

      Compra um PS3, Wii, PC, ou X360 e vai ser feliz então amigão!!!

      Eu ja fraturei varias partes em corridas de motos e trilhas, na verdade a maioria foi em trilha, mas, nas corridas ja tive alguns acidentes, faz parte, uso todos os equipamentos que tenho disponiveis, treino bastante, mas, não tem magica, uma hora voce erra uma entrada numa mesa e o salto não sai legal e voce cai, e ai é só na sorte e Deus para te socorrer e voce machucar mais ou menos.

      Em qualquer coisa é assim, ja viu camarada morrer jogando bola, de infarto? Com todo o acompanhamento que os clubes profissionais tem? Viu aquele que nunca mais poderá jogar, acho que na Espanha? Ou aquele jogador de Futebol Americano que morreu apos uma trombada? Então, tudo na vida tem risco, umas coisas mais e outras menos, ela morreu porque era a hora dela, trocentas pessoas passaram nesses programas, sem problemas, e os problemas só são corrigidos quando aparecem, se fosse esse caso, pode ter certeza que alguma coisa mudaria, assim como a F1 depois da morte de cada piloto introduz-se mais segurança, especificamente no que falhou, depois da morte do Senna, inventaram de prender as rodas, mas, não é 100%, as vezes ainda saem voando.

  96. Enzo disse:

    Ninguém obriga ninguém a ir ate lá correr, cada pessoa que vai sabe os riscos que esta correndo em dirigir um veículo em alta velocidade. O mesmo principio serve pra quem pula de para-quedas, bunge jump, alpinismo… e assim vai!

  97. Leandro Arona disse:

    Pior então se não haviam os requisitos mínimos existentes como no programa do Richard Petty. E desconfio de que aquele “Indy cover” (me parece um Reynard 1995/6 modificado) estivesse em reais condições de prover segurança de quem quer que estivesse a bordo do mesmo. Lamentáveis as opiniões da maioria que postou aqui. Gostaria de ver até onde iria o “machismo” de muitos que deram suas opiniões neste fórum, tivessem sido paralisados do pescoço para baixo ou com os membros esmagados. Mas quando é alguém que conhecemos, aí é diferente, não é mesmo? Tal tipo de “escolas” só poderia ter um lugar em circuitos como Paul Ricard, e sabemos que mesmo os circuitos mistos não só pródigos em áreas de escape, e quando as têm, são ínfimas. Sem mais.

    • Leandro Arona disse:

      “E desconfio de que aquele “Indy cover” (me parece um Reynard 1995/6 modificado) estivesse em reais condições de prover segurança de quem quer que estivesse a bordo do mesmo”

      E desconfio de que aquele “Indy cover” (me parece um Reynard 1995/6 modificado) NÃO estivesse em reais condições de prover segurança de quem quer que estivesse a bordo do mesmo

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